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Polícia divulga fotos do matador do cabo da PM

O delegado Regional de Caxias, Jair Lima de Paiva Júnior divulgou, ontem, para a imprensa as fotos do foragido José Bruno de Morais Neto, 26 anos, um dos dois homens acusados de assaltos e que assassinaram a tiros, na manhã do último sábado, 4, o cabo PM João Evangelista Vilanova.

CAXIAS

O delegado Regional de Caxias, Jair Lima de Paiva Júnior divulgou, ontem, para a imprensa as fotos do foragido José Bruno de Morais Neto, 26 anos, um dos dois homens acusados de assaltos e que assassinaram a tiros, na manhã do último sábado, 4, o cabo PM João Evangelista Vilanova, 49 anos, que era comandante do DPM da localidade Nazaré do Bruno, município de Caxias. O militar foi morto com sua própria arma, uma pistola calibre 0.40, pertencente à corporação.

O crime, segundo testemunhas contaram ao delegado Jair Lima, foi praticado por José Bruno de Morais Neto, e seu comparsa conhecido como “Chiquinho do Dafé”.

Relembrando o crime – De acordo com as testemunhas ouvidas, José Bruno de Morais Neto e Chiquinho do Dafé renderam o cabo Vilanova dentro do Destacamento Policial Militar de Nazaré do Bruno, após serem detidos para averiguação de um roubo de 27 sacas de arroz. Pego de surpresa, o cabo Vilanova foi imobilizado pelos dois acusados e José Bruno Neto é quem teria sacado a arma do militar e disparado em seguida os dois tiros.

Depois de matar o militar, o acusado ainda atirou duas vezes contra o lavrador proprietário do arroz, que se encontrava no DPM para fazer o reconhecimento dos dois acusados, mas a vítima conseguiu fugir sem ser atingido. Removido às pressas para a sede do município, o cabo morreu antes de ser atendido no Hospital Geral de Caxias.

O homicídio causou grande repercussão e revolta no povoado, pois José Bruno é neto do famoso e já falecido ‘pai-de-santo’ Zé Bruno, que deu nome à localidade. A família do criminoso também milita politicamente no local e tem grande influência na região.

O principal acusado da morte do militar e o seu comparsa já teriam passagem pela polícia. Ano passado, Bruno chegou a ser acusado de roubar computadores da escola municipal do povoado, mas o caso não seguiu adiante aparentemente por falta de provas contra o agora assassino. (Da Redação do JP)

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