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Prefeitura de São Luís traça estratégias de combate ao sarampo

Coordenadores da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) estão realizando constantes reuniões para traçar estratégias sobre o controle do sarampo. Considerando a confirmação recente de cinco casos da doença no Brasil – três no Pará e dois no Rio Grande do Sul, a prioridade dos técnicos agora é evitar a entrada do vírus em São Luís.

Coordenadores da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) estão realizando constantes reuniões para traçar estratégias sobre o controle do sarampo. Considerando a confirmação recente de cinco casos da doença no Brasil – três no Pará e dois no Rio Grande do Sul, a prioridade dos técnicos agora é evitar a entrada do vírus em São Luís.

Desde 1999 não são registrados no país casos de sarampo autóctones, ou seja, que se reproduzem no próprio território. Por conta desse fato, o Ministério da Saúde (MS) declarou que a doença continua eliminada no Brasil. Todos os casos registrados a partir do ano 2000 vieram de outros países, inclusive os cinco detectados recentemente.

Na reunião dos coordenadores da Semus, foi montado um cronograma de atividades que será executado por equipes de todas as unidades de saúde, em cada distrito sanitário da capital – Centro, Itaqui-Bacanga, Coroadinho, Bequimão, Cohab, Tirirical e Vila Esperança. A atenção especial será para as crianças de 4 a 6 anos que devem receber o reforço da Tríplice Viral por conta da baixa cobertura nessa faixa etária.

Virose – O sarampo é uma doença infecciosa causada por vírus. É grave e contagiosa, podendo passar facilmente de uma pessoa para outra através de gotículas de saliva eliminadas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Todo caso de febre, exantema (manchas vermelhas pelo corpo) acompanhada por tosse, conjutivite, coriza e mal-estar, independente da idade e situação vacinal, deve ser considerado suspeito de sarampo. Os sintomas são semelhantes aos da dengue e herpes e exigem confirmação laboratorial.

“Por isso, recomendamos às pessoas que, ao aparecerem os primeiros sintomas, procurem imediatamente um serviço de saúde mais próximo de sua residência e não circulem em locais públicos para evitar a proliferação do vírus”, orientou a superintendente de Assistência à Rede da Semus, Roseane Costa, explicando que os casos, assim que detectados, devem ser notificados em até 24 horas, investigados em 48 horas e feito o bloqueio vacinal em 72 horas.

A melhor forma de evitar o contágio da doença é através de vacina, o principal meio de controle. A Tríplice Viral – que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola – aplicada gratuitamente nos postos de vacinação das unidades da rede pública de saúde, deve ser ministrada a partir do primeiro ano de idade, com reforço nos 4 a 6 anos.

Devem ser vacinados, também, adolescentes e adultos (mulheres até 49 anos e homens até 39 anos) e a população considerada de risco, como profissionais e estudantes da área de saúde e educação, profissionais da rede hoteleira, agências de turismo, aeroportos, portos e rodoviárias, e quem trabalha no comércio.

Sinais e sintomas do sarampo

ü Febre

ü Manchas vermelhas pelo corpo (exantema)

ü Coriza (nariz escorrendo)

ü Conjutivite

ü Tosse seca

ü Mal estar geral

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