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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Veja nove inovações que deveriam mudar o mundo, mas acabaram sendo fiascos

Você conhece alguns nomes de pessoas que tiveram grandes iluminações e mudaram o mundo por completo. Da Vinci, Ford, até mesmo Bill Gates e Steve Jobs fazem parte de um grupo de pessoas que se tornaram famosas por suas ideias e invenções. Mas nem todos conseguem alcançar este estrelato. Isso não significa que as falhas […]

Você conhece alguns nomes de pessoas que tiveram grandes iluminações e mudaram o mundo por completo. Da Vinci, Ford, até mesmo Bill Gates e Steve Jobs fazem parte de um grupo de pessoas que se tornaram famosas por suas ideias e invenções. Mas nem todos conseguem alcançar este estrelato.

Guarda dirige patinete Segway

Guarda dirige patinete Segway

Isso não significa que as falhas não devem ser relembradas. O site “Tech Insider” separou uma lista de alguns dos grandes fiascos da humanidade, que podem até nos ajudar a seguir caminhos melhores das próximas vezes.

1. Dirigíveis a hidrogênio

Em 1908, dirigíveis movidos a gás hidrogênio, que é muito mais barato do que o hélio. Parece uma boa ideia, não? Seria, se o hidrogênio não fosse um gás altamente inflamável e os dirigíveis não pegassem fogo em uma velocidade absurda – uma dessas explosões ocorreu em 1937, o desastre de Hinderburg.

2. Gasolina com chumbo

Em 1921, foi descoberto por fabricantes que produzir gasolina misturada com chumbo melhoraria o desempenho dos carros significativamente. Já em 1924, os funcionários da companhia de gasolina de New Jersey começaram a apresentar sintomas de uma “doença ocupacional” – envenenamento. A proibição deste tipo de gasolina devido aos riscos associados veio em 1975.

3. DDT

O diclorodifeniltricloroetano foi um pesticida criado em 1874 e popularizado apenas nos anos 1930. Ele foi usado durante a Segunda Guerra Mundial para reduzir as taxas de malária, peste bubônica e outras doenças; e funcionava: entre 1946 e 1950, os casos de malária caíram de 400.000 para quase zero.  Mas os testes mostraram que o produto tinha efeitos tóxicos na maioria dos casos em que foi testado, e ele foi banido nos EUA em 1972.

4. O Concorde

Símbolo de diplomacia entre a Inglaterra e a França, quando concebido o avião Concorde era visto como símbolo do futuro – capaz de atravessar o oceano entre Nova York e Londres em três horas de voo.

Na verdade, ele era barulhento, altamente poluente e nem um pouco econômico no combustível. Foram antecipados 200 do modelo, só 14 foram produzidos. Em 2000, a queda de um deles piorou ainda mais a imagem da aeronave, e em 2003 o projeto foi cancelado.

5. Apple Newton MessagePad

Nem tudo o que a Apple cria faz sucesso, e este gadget é uma prova disso. O assistente eletrônico Newton até foi bastante usado por médicos da mesma maneira que são os tablets atualmente, mas a tela tinha uma leitura muito pouco prática, e a tecnologia era arcaica demais. Ele durou até 1998.

6. Segway

Você ainda vê este meio de transporte, principalmente em shoppings, aeroportos e hipermercados. Mas a ideia de seu criador, Dean Kamen, era de uma presença muito maior. Para ele, o segway seria “para o carro o que o carro foi para os cavalos”. Alguns modelos custavam US$7.000 em sua concepção, mas as vendas afundaram em 2002.

Neste ano, a Xiaomi lançou em parceria com a companhia que comprou a Segway uma versão mais barata de um mini-segway, mas provavelmente isso não significa que o produto vai virar o que seu criador gostaria.

7. DMC-12, o carro futurista

Este carro foi o primeiro e último da fabricante DeLorean. A desorganização da companhia fez com que a fabricação fosse problemática, e foram construídos 9.000 do modelo. Seus 15 minutos de fama ocorreram no filme “De Volta Para o Futuro”, mas nessa época ele já havia morrido.

8. TiVo

A TiVo inovou uma vez para nunca mais. O conceito de gravar vídeos digitalmente era único em 2006. A ideia era pausar a programação da sua televisão e mexer com ela livremente. Mas a companhia não soube lidar com marketing e muito menos previu a mudança para o streaming.

9. Inalador exubera

A Pfizer, maior farmacêutica do mundo, criou um fracasso que custou US$2,8 bilhões em 2007.

O inalador de insulina Exubera passou por anos de pesquisas e prometia que diabéticos conseguissem a insulina de que precisam sem injeções doloridas.

Os problemas foram: a indústria médica não adota novidades com rapidez e o inalador era grande e desajeitado – portanto de difícil uso em público.

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