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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Novo modelo da Bugatti custa R$ 10,5 milhões

Mais de R$ 10 milhões no câmbio atual: este é o valor de cada uma das 500 unidades iniciais que a Bugatti vai construir do Chiron, seu novo supercarro, revelado na véspera da abertura à imprensa do Salão de Genebra 2016. Na cotação original, são 2,4 milhões de euros. O substituto do Veyron como carro […]

Mais de R$ 10 milhões no câmbio atual: este é o valor de cada uma das 500 unidades iniciais que a Bugatti vai construir do Chiron, seu novo supercarro, revelado na véspera da abertura à imprensa do Salão de Genebra 2016. Na cotação original, são 2,4 milhões de euros. O substituto do Veyron como carro de produção mais veloz e forte do mundo chega herdando o motor W16 de 8 litros e quatro turbos, mas que agora gera 1.520 cavalos (1.500 hp).

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Segundo a marca, a proposta segue sendo a de ter um modelo de luxo que seja sempre “o mais forte, rápido e exclusivo carro superesportivo de produção do mundo”. Para isso, nada é economizado em termos de materiais: não apenas o monocoque (com chassis adaptativo) é feito de fibra de carbono, mas mesmo partes do motor e o volante usam este material leve e muito resistente, além de titânio, que também é usado no sistema de escape.

Couro (no revestimento do interior) e alumínio (em diversos pontos da estrutura, do acabamento e na grade em forma de ferradura) também são usados de forma intensiva e há até prata, usada nos emblemas.

Rápido demais para o Brasil

Quando acelerado, o motorzaço pode empurrar o Chiron com torque descomunal de 163,15 kgfm de 2.000 a 6.000 giros. A aceleração é impressionante: a marca promete 0-100 km/h em 2,5 segundos. A velocidade, porém, varia de acordo com um dos quatro modos de condução, que podem ser alternados por conta do condutor ou de forma automática.

Pelas leis do Brasil, por exemplo, apenas dois deles seriam usados: transporte (até 50km/h) e EB “Auto” (velocidade moderada para condução urbana). Os demais permitem o uso de velocidades elevadas: Autobahn (rodovia, acima dos R$ 180 km/h) e Handling (controle, que permite chegar aos 380 km/h). Há ainda o modo especial Top Speed (velocidade máxima), que precisa ser acionado por um segundo botão de partida, muda totalmente o acerto de chassi e mapeamento do motor e permite chegar aos 420 km/h de máxima oficial.

Apesar de tamanha exclusividade e de tanto poder, UOL Carros notou que ao menos um item não foi feito exclusivamente para o Chiron: os conjuntos ópticos quádruplos são similares aos vistos no conceito Nanuk, da Audi (que, assim como a Bugatti, é uma marca do grupo Volkswagen).

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