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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Kia atrasa novo Cerato, compacto Rio e KX3

Prometido para as Olimpíadas, compacto Rio ficará para meados de 2017

Prometido para as Olimpíadas, compacto Rio ficará para meados de 2017

Prometido para as Olimpíadas, compacto Rio ficará para meados de 2017

Reclamação de executivos da Kia durante lançamentos da marca é algo quase tão certo quanto sábado ser dia de feijoada. A queixa é a de sempre: os 30% de super-IPI cobrados em cima dos importados de marcas que não têm fábrica no Brasil.

No lançamento do novo Sportage, semana passada, não faltaram alfinetadas ao Inovar-Auto, o programa de desenvolvimento da indústria automotiva nacional, embora representantes da marca no Brasil tenham ressaltado que é a estratégia da vez é paciência.

Por enquanto, a meta é seguir com a média de emplacamentos anuais alcançada em 2015, 13,5 mil unidades (das quais 4,8 mil são vendidas sem a sobretaxa), enquanto aguardam o fim da cobrança dos 30% extras em 2017.

José Luiz Gandini, presidente da Kia no Brasil, demonstrou confiança na extinção da alíquota quando acabar a primeira fase do Inovar, em outubro do ano que vem. O executivo, inclusive, aproveitou a virada em 180 graus promovida pelo governo interino para se reunir com o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e tratar do assunto.

“A meta é conseguir sair vivo até a renovação do programa”, disse.

Gandini defende negociações entre Anfavea (associação dos fabricantes) e Abeifa (representante dos importadores) para criar uma taxação específica sobre eficiência energética: quanto menos o veículo polui e consome combustível, menos paga de imposto.

E os novos carros?

Até lá a marca prepara para a segunda quinzena de agosto o lançamento do Cerato 2017. Produzido no México, o sedã médio renovado atrasou (começou a ser fabricada só em maio), assim como o Rio. Prometido há dois anos, o hatch compacto só começará a sair do forno no fim deste ano, o que significa que estreará aqui apenas no primeiro trimestre de 2017.

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