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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

5 sinais de que o peixe do sushi é fresco (ou não)

Se existem moscas por perto, é melhor evitar

Foto: Reprodução

Comida japonesa está em alta e cada vez mais pessoas estão aderindo ao peixe cru com arroz e algas. São inúmeros os estabelecimentos que servem sushis, sashimis e temakis e a variedade de sabores também não para de crescer.

Uma pesquisa recente do Proteste em restaurantes do Rio e São Paulo apontou que as amostras de salmão apresentavam diversas irregularidades, incluindo bolores e leveduras. Em entrevista ao site, o biomédico Roberto Figueiredo, popularmente conhecido como Dr. Bactéria, afirma que isso não significa que o peixe está estragado. “Quer dizer mais que ficou muito tempo fora da refrigeração, por exemplo, ou que também pode ter passado um período prolongado lá dentro”, explica.

1. Cheire

Se o peixe tem um cheiro forte, é melhor desconfiar e não comer. “O bom da comida japonesa é que muitos pratos costumam chegar sem tempero na mesa, o que facilita a tarefa”, diz.

2. Confie na mosca

Se o restaurante ou a vitrine possui moscas por perto, o melhor é evitar. “O pessoal brinca que elas não servem para muita coisa, mas as moscas conseguem pressentir o odor do peixe quando ele está começando a estragar”, explica Dr. Bactéria.

3. Olhe a cozinha

Como a maior parte dos restaurantes de comida japonesa faz a comida em locais acessíveis e visíveis aos clientes, observe a higiene do local.

4. Peixe geladinho

Segundo o chef Koji Yokomizo, o ideal é manter o peixe armazenado em temperaturas entre 2ºC a 5ºC. Isso significa que seu sushi deve chegar levemente gelado. Caso não chegue, não estava armazenado corretamente.

5. Textura

Um bom peixe, de boa qualidade, “derrete” na boca. E pare de mergulhar o sushi no shoyo. “O arroz costuma vir temperado e a pessoa acaba perdendo todo esse sabor em detrimento ao gosto do molho. “O correto é apenas molhar, bem ao estilo ‘pincelada’, nada de marinar o peixe”, aconselha.

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