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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Apenas sete detentos permanecem foragidos de fuga com explosivos

No fim de semana, ocorreu a morte de Antônio Anderson Miranda de Araújo, que era conhecido como “Dim”, na cidade de Teresina, capital do Piauí.

Antônio era um dos que havia fugido no “ataque terrorista” no antigo CDP. (Foto: Divulgação)

Por Nelson Melo

Em uma nova lista atualizada e divulgada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), aparecem apenas sete foragidos da fuga com explosivos ocorrida no dia 21 de maio deste ano, na Unidade Prisional de Ressocialização São Luís 6 (UPSL 6), unidade do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Isto porque, neste fim de semana, um dos que estavam soltos morreu em um provável acerto de contas.

Como informou o delegado Tiago Bardal, chefe da Seic, no sábado (19), ocorreu a morte de Antônio Anderson Miranda de Araújo, que era conhecido como “Dim”, na cidade de Teresina, capital do Piauí. De acordo com explicações da fonte, ao que tudo indica, este criminoso teria sido assassinado em um acerto de contas com bandidos da região, embora as reais motivações para a execução, cometida com disparos de arma de fogo, esteja sendo apurada.

Segundo Bardal, com esta morte, que a polícia piauiense está investigando, dos 35 foragidos, 19 foram recapturados, 9 morreram e 7 continuam foragidos. Os que permanecem soltos são: Cláudio Kelson de Sousa Rodrigues, conhecido como “Kaká”; Fernando Machado Vasconcelos, o “Geleia”; Pedro Cezar Pereira da Paz; Raimundo Bruno dos Santos Carvalho, o “Cataquinho”; Ronaldo Mourão Teixeira; Thalyson Henrique Rodrigues Cardoso, conhecido como “Nescau”, e Wellington Monteiro dos Santos Alves.

A fuga: na noite do dia 21 de maio, após uma explosão de dinamites no muro da UPSL 6, 35 detentos correram em direção ao buraco aberto na parede, em um ato ousado que foi idealizado e executado pela facção Primeiro Comando da Capital (PCC), que pretendia resgatar sete perigosos assaltantes de banco que lá estavam encarcerados.