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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Em mil dias, homicídios caem e policiais aumentam no Maranhão

Segurança Pública é uma das áreas que mais apresentam mudança na comparação com 2014.

Número de prédios das forças de segurança também aumentou no Maranhão. (Foto: Gilson Teixeira)

No balanço de resultados dos mil dias do Governo Flávio Dino, a Segurança Pública é uma das áreas que mais apresentam mudança na comparação com 2014. Enquanto o número de policiais subiu, os homicídios caíram.

Os homicídios na Grande São Luís, por exemplo, vêm caindo ano a ano desde 2015. A queda é generalizada e se dá na comparação mensal, semestral ou anual. A mais recente medição fechada, por exemplo, é de agosto deste ano. Na comparação com o mesmo mês de 2014, a redução foi de 63%. Foram 91 casos naquele ano, e 34 agora em 2017.

Os dados parciais de setembro também apontam a manutenção da tendência de queda. A quatro dias do fechamento do mês, o número de homicídios é menos da metade do verificado em setembro de 2014.

Se for levado em conta o período de janeiro a agosto, a queda também é significativa entre 2014 e 2017: 39%. Em 2014, foram 593 homicídios no período. Em 2017, 364.
Se a comparação for semestral, a forte redução continua. Houve queda de 31% entre o primeiro semestre de 2014 e o mesmo período deste ano.

Recorde de policiais
A redução dos homicídios acompanhou o aumento do número de policiais no Maranhão, que chegou à tropa recorde de mais de 12 mil profissionais. A alta no número de policiais militares foi de 26,9%. Desde 2015, são mais de 3 mil novos policiais no estado.

Viaturas e prédio
O Maranhão também tem um grande programa de entregas de viaturas para a polícia. Até agora, foram 730 veículos, ultrapassando a meta do próprio Governo no início de 2017.

O número de prédios das forças de segurança também aumentou. O Corpo de Bombeiros, por exemplo, ganhou mais cinco quartéis na capital, chegando a 16. O interior do estado recebeu mais oito bases da corporação, aumentando para 17 a presença destes militares nos municípios.

Oficinas de trabalho
O número de presos condenados pela Justiça e que agora podem trabalhar aumentou 255% no Maranhão em comparação com o ano de 2014. Antes eram 600 apenados fazendo algum ofício e agora são 2.130 vagas ocupadas nos mais variados setores.

O crescimento acompanha a expansão do número de oficinas e capacitações profissionais, que passaram de três para 123.

Além de investir em ressocialização, o Governo do Maranhão vem construindo postos de trabalho dentro das Unidades Prisionais de Ressocialização, como as que funcionam em São Luís, no presídio feminino e masculino; além de Rosário, Timon, Pedreiras e Davinópolis.

Para participar das oficinas, os detentos têm que atender a diversos critérios, como a aptidão para o serviço, o interesse pelo trabalho e o bom comportamento do interno.

(Secap)