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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Como diagnosticar a obesidade?

Os bons aliados para evitar a obesidade são: rotina alimentar saudável e equilibrada, taxas hormonais controladas e prática de exercício  físico.

Foto: Reprodução

Por: Bruna Camarão*

A obesidade é uma comorbidade que afeta um número elevado de pessoas por todo o mundo. Existem maneiras de identificar desde a disposição para esta doença, até modo de prevenção e tratamento. Em alguns casos, precisa-se descobrir a causa e tratar de maneira correta para que evite que o paciente volte a engordar.

Os bons aliados para evitar a obesidade são: rotina alimentar saudável e equilibrada, taxas hormonais controladas e prática de exercício  físico. A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte.

O obeso tem mais propensão a desenvolver hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, artrose, apneia do sono, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, dores crônicas, tumores de intestino e de vesícula, entre outras doenças. Pode, também, mexer com fatores psicológicos e causar depressão ou outros distúrbios de comportamento.

Para ser diagnosticada, utilizamos o Índice de Massa Corporal (IMC) dividindo-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. Pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa. Quando o valor do IMC  ultrapassa 40 o paciente é considerado obeso mórbido e o tratamento além das mudanças de estilo de vida sempre inclui medicamentos ou até mesmo a cirurgia bariátrica.

O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um especialista. A melhor maneira de prevenção contra a obesidade é incluir atividade física na sua rotina e alimentação adequada. O estilo de vida sedentário afeta diretamente contribuindo para o surgimento dessa patologia.

A dieta deve ser balanceada e sempre evitar excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar. Lembrando que isso deve ser iniciado na infância. “Está comprovado que relacionamentos sociais e romances são menos frequentes entre obesos, já que eles saem menos de casa devido a diminuição da autoestima. Agora, uma vez existindo o relacionamento, a obesidade pode interferir no relacionamento sexual.

Ela está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres têm aumento de pêlos, irregularidade menstrual e redução da fertilidade. As chances
de todos esses problemas se resolverem, com  uma perda de peso na ordem de 10%, são bem grandes.”

*Nutrologia– Medicina Ortomolecular
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