Fechar
Buscar no Site
O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Mandioquinha: quais os benefícios e o melhor jeito de preparar?

Nutritiva e versátil, essa hortaliça (também chamada de batata-baroa) faz sucesso entre os atletas e tem tudo para conquistar mais espaço na sua mesa

Foto: Reprodução

Batata-baroa, mandioquinha, cenoura-amarela… Não importa como você conhece o alimento que ilustra esta matéria, o importante é incluí-lo na dieta. Então já adiantamos que a leitora Cida Silva, que gostaria de saber se ele pode prejudicar o intestino, não tem com o que se preocupar.

Pelo contrário: trata-se de uma boa escolha para o sistema digestivo por ser fonte de fibras. Ou seja, junto com uma ingestão adequada de líquidos, ela regula o trânsito intestinal.

Isso sem mencionar que é um ótimo reduto de magnésio, cálcio e as vitaminas A, C e E, aliados de peso na prevenção de diversas doenças.

Sucesso nas academias

Aquele aporte de fibras, associado a um índice generoso de carboidrato, fez a mandioquinha cair no gosto de muita gente que puxa ferro, acabando com o monopólio da batata-doce. “Ambas são recomendadas para o pré-treino porque liberam energia aos poucos no organismo”, explica a nutricionista Thamyris Lima, da rede Hortifruti.

Já a batata inglesa seria a mais indicada depois da atividade física. Isso porque possui menos fibras e, portanto, repõe rapidamente os níveis de glicogênio, o combustível que fica armazenado nos músculos e no fígado.

Como preparar a mandioquinha

Ela vai bem cozida no vapor com azeite e tomilho ou alecrim e em forma de purê, sopa ou creme. Também é possível embrulhá-la com casca em papel alumínio e levá-la à churrasqueira.

Na hora da compra, o ideal é escolher as mais amareladas, cuja casca não apresenta depressões ou machucados. Depois, você deve higienizá-las em água corrente antes de armazenar na gaveta de vegetais da geladeira, onde a temperatura não é tão baixa. Assim, a mandioquinha é preservada por um tempo maior – até cinco dias.