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Justiça decreta prisão preventiva de oito acusados de integrarem organização criminosa

As prisões aconteceram em um sítio, onde as polícias militar e civil apreenderam duas carretas, uma caminhonete e um veículo de passeio, além de armas – escopetas, pistolas, revólveres –, cigarros e uísque.

Foto: Reprodução

O juiz da 1ª Vara Criminal de São Luís, Ronaldo Maciel, converteu em preventivas as prisões em flagrante dos oito suspeitos acusados de integrarem uma organização criminosa desarticulada na última semana na comunidade Arraial, no Quebra Pote. Entre os presos estão policiais militares.

Os acusados não-militares que tiveram a prisão preventiva decretada são: Rogério Sousa Garcia (ex-vice-prefeito de São Mateus), Edmilson Silva Macedo, José Carlos Gonçalves, Rodrigo Santana Mendes e Éder Carvalho Pereira.

Além deles, três policiais militares são acusados de participarem da quadrilha de contrabandistas e também tiveram a prisão preventiva convertida. São eles: Luciano Fábio Farias Rangel (Major), Fernando Paiva Morais Junior (Soldado) e Joaquim Pereira de Carvalho Silva (Sargento).

As prisões aconteceram em um sítio, onde as polícias militar e civil apreenderam duas carretas, uma caminhonete e um veículo de passeio, além de armas – escopetas, pistolas, revólveres –, cigarros e uísque. No sítio, a polícia descobriu, também, um porto clandestino utilizado para embarque e desembarque dos produtos roubados pela organização criminosa.

O delegado Tiago Bardal, ex-superintendente de estadual de Investigações Criminais, foi exonerado do cargo por suspeita de envolvimento com a organização criminosa e teve o pedido de prisão preventiva solicitado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Maranhão.

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