Fechar
Buscar no Site
O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Justiça mantém prisão dos 8 envolvidos em máfia do contrabando

O crime de contrabando ofende a administração tributária aduaneira e ao controle do comércio exterior.

Foto: Reprodução

A Justiça Federal do Maranhão manteve a prisão de oito dos acusados de integrarem a máfia do contrabando, cuja quadrilha foi desarticulada durante uma operação da Polícia Militar, ocorrida no dia 22 de fevereiro deste ano, no povoado Arraial, bairro Quebra-Pote, zona rural de São Luís. O Poder Judiciário revogou, ainda, a prisão preventiva de 10 acusados e determinou à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal a destruir a carga de cigarro e uísque apreendida em poder desses criminosos.

A decisão judicial foi assinada pelo juiz federal da 1ª Vara Criminal, Luiz Régis Filho, e publicada na última terça-feira (3) no site do órgão. De acordo com a decisão, a carga apreendida, por meio de perícia da Polícia Federal, entrou no país de forma ilegal e deve ser destruída. O crime de contrabando ofende a administração tributária aduaneira e ao controle do comércio exterior.

Foram mantidos presos o ex-superintendente estadual de Investigações Criminais (Seic), delegado Thiago Bardal; o coronel da Polícia Militar (PM), Reinaldo Elias Francalanci; o major Luciano Fábio Farias Rangel;  o subtenente da PM Joaquim Pereira de Carvalho Filho; o soldado Fernando Paiva Moraes Júnior; e os civis José Carlos Gonçalves; Galdino do Livramento Santos e Evandro da Costa Araújo.

O juiz liberou das acusações, Edmilson Silva, Rodrigo Santana e Eder Carvalho por apresentar menor relevância nesse esquema criminoso. Eles devem comparecer de forma bimestral ao Poder Judiciário e o primeiro comparecimento está marcado para o próximo dia 15 e ainda estão proibidos de manter contato com os acusados e ter acesso ao sítio onde ocorreu o flagrante delito.

O magistrado revogou, ainda, a prisão preventiva de Aroudo João Padilha Martins, Jonilson Amorim, Paulo Ricardo Carneiro Nascimento, Patrick Sergio Moraes Martins, Gledydson da Silva Alves, Franklin Loura Nogueira e do tenente coronel da PM, Antônio Eriverton Nunes Araújo. Quanto ao advogado Ricardo Jefferson Muniz Belo, foi mantida a denúncia contra ele, mas continua em liberdade, já que liberado pelo Tribunal de Justiça do Maranhão por meio de habeas corpus.

Carregando