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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Sampaio está pronto para enfrentar o Paysandu

A Bolívia Querida vai entrar em campo, com quem está verdadeiramente determinado a vestir o manto sagrado Tricolor

Foto: Reprodução

De olho na reabilitação no Campeonato Brasileiro da Série B, o Sampaio Corrêa fechou a preparação para enfrentar o Paysandu, pela quarta rodada da competição, nesta sexta-feira, no Estádio Castelão, às 19h15.

A última atividade foi realizada na tarde dessa quinta-feira (3), no CT José Carlos Macieira, e o técnico Francisco Diá deixou os jogadores livres para realizarem apenas um leve recreativo. Ainda em processo de negociação com o Fortaleza, o meia Marlon ficou de fora da movimentação e não foi relacionado para o jogo.

O jogador esteve no clube e passou boa parte da tarde reunido com o presidente Sergio Frota, que comentou a situação: “Até às 16h desta quinta-feira, o departamento financeiro não havia acusado o pagamento da multa, mas como percebi que o jogador já estava com a cabeça em outro lugar, mandei que o tirasse da lista”.

Além de Marlon, Frota também se reuniu com Andrey, que teve seu contrato encerrado no último dia 30, e está sendo negociado um novo vínculo com o Sampaio. A expectativa é de que seja assinado no início da próxima semana.

Para o gol, o técnico Francisco Diá tem André Luiz e Warleson à disposição, enquanto Andrey resolve as questões contratuais com o clube.

Após o treinamento, os 23 jogadores relacionados para a partida entraram diretamente em regime e concentração.

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  • Goleiros: Warleson e André Luiz
  • Laterais: Alyson, Bruno Moura e Kaike
  • Zagueiros: Fredson, Maracás, Joécio e Odair Lucas
  • Volantes: Diego Silva, César Sampaio, Silva e Wiin Oliveira
  • Meias: Wellington Rato, João Paulo, Fernando Sobral, Equerdinha e Danielzinho
  • Atacantes: Carlão, Alvinho, Uilliam, Bruninho e Reginaldo Júnior

 

Sampaio une forças com sua torcida para buscar segunda vitória na Série B

É o dinheiro, basicamente, que determina as equações dentro das quatro linhas, e fora dela também. O poder do capital fortalece de um lado e enfraquece do outro. É a lei da selva, e é preciso reunir todo o poder de superação para dar a volta por cima e competir de igual pra igual contra os grandes predadores das arenas de fogo.

O Sampaio nunca foi um clube propriamente rico, financeiramente falando. É um sobrevivente, de um dia após o outro. Sua riqueza reside em sua história, numa tradição que transcende o tempo, em vencer os seus limites e transformar dificuldade em glória. Mas essa força não vem exatamente das vitórias. Suas lutas desenvolvem suas forças. Quando se atravessa dificuldades, e decide não se render, isso é força. Assim é o Sampaio.

As perdas deixam uma sensação de vazio. Angústia que desalenta o coração e traz aquele inquietante pessimismo para o centro da mente. Mas não é virando as costas que o horizonte irá clarear. Não é assim na vida, não será assim no futebol.

A Bolívia Querida vai entrar em campo, com quem está verdadeiramente determinado a vestir o manto sagrado Tricolor, e honrá-lo acima de tudo. Porque o Sampaio tem alma própria, uma grandeza que não cabe no infinito, e não se resume a nenhuma idolatria fugaz. Tudo passa, o Sampaio Corrêa permanece. Será dessa forma hoje, e daqui a um tempo impossível de se precisar, também. Eis o fato!

Às 19h15, o Castelão vai receber um público que quer, simplesmente, ver o Sampaio jogar. Uma torcida que não se importa com quem partiu, ou pensa em partir. Às 19h15, o torcedor boliviano quer ver o Sampaio em campo, como se fosse a primeira vez, desejando que seja pra sempre.

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