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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Polícia prende homem acusado de falsidade ideológica e estelionato em Viana

Após as investigações a polícia descobriu que as instituições não possuíam autorização de funcionamento junto ao Ministério da Educação

Foto: Reprodução

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Viana, prendeu em flagrante nesse domingo (16), Francisco de Paula Mendes Rodrigues pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica.

De acordo com a polícia, o acusado induziu e manteve diversos estudantes vinculados as instituições as quais é proprietário (ATELC, CONVICTU’S, FAENTEPRE e IASSEFI), mentindo sobre a regularidade com o intuito de obter para si vantagem ilícita em prejuízo alheio consistente no pagamento das mensalidades.

Após as investigações a polícia descobriu que as instituições não possuíam autorização de funcionamento junto ao Ministério da Educação.

Também foi notado que notado que acusado utilizava, indevidamente, a expressão “filantropia” no nome empresarial de sua empresa, o que também despertou o interesse da equipe de investigação.

Ao chegarem a uma das instituições do acusado neste domingo, os policiais constataram que o acusado estava em reunião com os alunos onde mais uma vez tentava enganá-los.

Francisco de Paula Mendes Rodrigues foi conduzido até a sede da Delegacia Regional de Polícia Civil para esclarecimentos, juntamente com funcionários e vítimas.

Em seu interrogatório, o acusado fez questão de afirmar que se tratava de uma instituição filantrópica e que os alunos contribuíam com “doações” para a instituição, mas não apresentou documentação hábil para comprovar sua versão, tão menos conseguiu explicar o motivo da existência de boletos de mensalidade com a incidência de juros diários.

Com base no interrogatório e nos depoimentos dos funcionários, estima-se que no momento aproximadamente 800 alunos estejam sendo mantido em erro, o que gera uma arrecadação total de aproximadamente R$ 120.000,00 por mês ao autuado.

Outras irregularidades foram constatadas, como a oferta do curso de psicologia, por meio de sistema EAD e “semi-presencial”, modalidade expressamente proibida pelos Conselhos Regionais e pelo Conselho Federal de Psicologia

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