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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Crise argentina faz viagens pela América do Sul estagnarem

Nos primeiros oito meses do ano, as chegadas de voos internacionais na América do Sul aumentaram 6% frente ao mesmo período do ano passado

Foto: Reprodução

Segundo uma pesquisa realizada pela Forward Keys, após a crise na Argentina, as viagens para a América do Sul parecem estar estagnando, enquanto os argentinos resistem ao prazer de viajar.

Nos primeiros oito meses do ano, as chegadas de voos internacionais na América do Sul aumentaram 6% frente ao mesmo período do ano passado. No entanto, a reserva de voos dos últimos quatros meses do ano estão atualmente apenas 1% mais altas do que 2017.

Entre janeiro e abril, o número de viajantes argentinos para o Brasil chegou a subir 31%. Contudo, desvalorização do peso argentino em maio deixou o mercado retraído, fazendo com que as reservas de voos da Argentina até dezembro próximo caíssem 1%.

Viagens de argentinos para o Chile também contaram com um declínio. Nos quatro primeiros meses do ano, as chegadas aumentaram 2% em relação ao mesmo período do ano passado, porém as reservas atuais para os últimos quatro meses do ano estão 52% abaixo do que fora registrado em 2017. Estes números demonstram um desempenho que começou 9% positivo no começo do ano e que possui uma perspectiva 9% negativa neste término de 2018.

As reservas atuais de setembro a dezembro, dos mais importantes mercados, estão bem à frente de 2017: Canadá (+12%), Alemanha (+9%), França e do Japão (+8%) e Reino Unido (+7%). A perspectiva desses cinco mercados de origem é particularmente encorajadora para Argentina, Brasil, Colômbia e Equador.

BRASIL
Já no Brasil, as atuais reservas para o período de setembro a dezembro estão 8% acima do que estavam em 2017. Até o fim agosto, houve um acréscimo de 12% na chegada de visitantes internacionais.

As reservas atuais para os últimos quatro meses do ano (tendo a América do Sul como destino) de todos os outros principais mercados estão à frente, como o Chile (+28%), França (+15%) e Espanha (+15%). As elevações percentuais mais impressionantes vêm de: Bolívia (+41%) África do Sul (+36%), Canadá (+26%), Japão (+23%), Paraguai (+19%) e Colômbia (+15%).

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