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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Pesquisa sugere uso de placas que proíbem selfies para evitar fatalidades em pontos turísticos

Segundo pesquisadores houve um aumento no número de acidentes em busca da fotografia perfeita para postar nas redes sociais

(Foto: Reprodução / Pexels)

Pesquisadores do Instituto de Ciências Médicas de Índia no EUA recomendam que pontos turísticos populares recebam placas de “zonas sem selfies” para evitar acidentes. Segundo dados coletados pelo instituto, entre 2011 e 2017, cerca de 259 pessoas morreram na tentativa de tirar selfies em todo o mundo.

Segundo o Dr. Agam Bansal, líder do estudo, houve um aumento bastante significativo de mortes causadas por tentativas de selfies de 2014 e 2015 a 2016 e 2017. Segundo o pesquisador, o crescimento no número de acidentes se deve ao aumento de recursos de selfies aprimorados, maior disponibilidade de bastões de selfie e concursos que premiam as melhores fotos.

Ainda de acordo com os dados da pesquisa, cerca de 75% das vítimas são homens, em sua maioria adolescentes e jovens com até 30 anos. Entre as maiores causas estão afogamento em ondas na praia, quedas de barcos, em locais com sinalização “proibido nadar”, quedas em lugares muito altos, atropelamento e fogo.

A indicação é que os avisos proíbam selfies em locais muito altos, como edifícios e picos de montanha, entre outras áreas turísticas perigosas.

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