Fechar
Buscar no Site
O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

“Nós vamos estar no segundo turno”, afirma Geraldo Alckmin

Alckmin se encontrou com lideranças na escadaria do Theatro Municipal de São Paulo

Foto: Reprodução

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, reiterou nesta sexta-feira (5) a certeza de que ele estará no segundo turno. Alckmin se encontrou com lideranças na escadaria do Theatro Municipal de São Paulo e de lá partiram para uma caminhada.

“No segundo turno vamos estar lá e estando lá nós ganhamos tanto do Bolsonaro, quanto do PT do Haddad. Nós não vamos ter essa tragédia de termos dois radicalismos que não vão ajudar o Brasil a se recuperar. O Brasil já tem problemas demais, os brasileiros já têm problemas demais. Não devemos ter presidente para ser mais problema. Presidente é para resolver problemas, trazer confiança, recuperar a economia, fazer reformas para fazer avançar, então nós vamos estar no segundo turno.”, afirmou.

Hoje a Constituição de 88 completa 30 anos. Geraldo Alckmin, que foi constituinte, destacou a importância da Carta Magna para a redemocratização do país. O tucano também criticou as propostas de dois dos adversários que pretendem instituir uma nova Constituição Brasileira, caso sejam eleitos: Fernando Haddad e Jair Bolsonaro.

“Sou contra fazer uma nova constituinte. Nós perderíamos tempo, dois, três anos de debate. Não há razão para isso. O que precisa são três, quatro mudanças constitucionais na atual Constituição que podem ser feitas no começo do ano que vem. Não há nenhuma razão para fazer uma nova Constituição Brasileira.”, argumentou.

O presidenciável tucano voltou a defender as reformas política, tributária, previdenciária e de Estado.

“A reforma política é importante para a gente ter menos partidos, partidos mais programáticos. A reforma tributária, delegar a Lei Complementar e a Lei Ordinária, tirar da Constituição alguns princípios, a reforma previdenciária para ter um regime geral de previdência e a reforma do Estado que, grande parte dela, não demanda mudança constitucional.”, defendeu.

Carregando