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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Secretário de Fazenda afirma que o Maranhão vai reforçar a geração de empregos

De acordo com ele, a receita para isso é continuar com o equilíbrio fiscal. Assim, será possível seguir com as políticas públicas adotadas no Maranhão desde 2015

Desde 2015, o Maranhão já deixou de receber mais de R$ 1,5 bilhão de transferências do governo federal por causa da crise

Mesmo com um cenário de grave crise econômica nacional, o Maranhão tem condições de levar adiante a política de geração de emprego e renda que vem sendo promovida desde 2015. Essa é a avaliação feita pelo secretário estadual da Fazenda, Marcellus Ribeiro, durante entrevista à Rádio Nova 1290 Timbira.

De acordo com ele, a receita para isso é continuar com o equilíbrio fiscal. Assim, será possível seguir com as políticas públicas adotadas no Maranhão desde 2015.

“Estamos adotando medidas tanto em corte de gastos como medidas que visam minimizar as perdas de receitas. Vamos fortalecer ainda mais a atração de empresas para o Estado do Maranhão e buscar reforçar ainda mais a geração de empregos e a geração de renda”, diz Ribeiro.

Ele lembra que o Brasil vive uma grave crise fiscal há cerca de cinco anos. E que, como outros Estados, o Maranhão sofre os efeitos dessa crise. Mas as medidas que vêm sendo tomadas nos últimos quatro anos pelo governo Flávio Dino têm amenizado muito o impacto negativo.

Desde 2015, o Maranhão já deixou de receber mais de R$ 1,5 bilhão de transferências do governo federal por causa da crise. Essas transferências são garantidas pela Constituição.

“Por isso não podemos ficar dependentes do governo federal. Se tivéssemos ficado dependentes em 2015, estaríamos agora como muitos Estados, que passam muita dificuldade”, afirma o secretário da Fazenda.

“Vamos fortalecer ainda mais a busca incessante da recuperação do crédito tributário, de modo que a gente possa ampliar as nossas receitas próprias e reduzir gastos desnecessários, para que continuemos a manter o equilíbrio fiscal, não para o governo em si, mas para a população do Estado. Para manter as políticas públicas, de segurança, de construção de estradas. A melhor consequência desse equilíbrio fiscal é a continuidade de todas as políticas públicas no Estado a partir de 2015”, acrescenta.

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