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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Grupo Sarney tenta cassar mandato de Dino na Justiça

O MDB ingressou no TRE com duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) solicitando a cassação do diploma e do mandato de Dino

Foto: Reprodução

O grupo Sarney decidiu recorrer à Justiça na tentativa de cassar o segundo mandato do governador Flávio Dino (PC do B) e, desta forma, alterar o pleito do último dia 7 de outubro no qual o comunista foi reeleito com quase 60% dos votos válidos derrotando a ex-governadora Roseana Sarney.

O MDB, partido de Roseana, e a coligação “Maranhão Quer Mais”, que teve a ex-governadora como candidata ao Palácio dos Leões, ingressou no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA) com duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) solicitando a cassação do diploma e do mandato de Dino.

A ação proposta pelo MDB tem como alvo principal o programa Mais Asfalto. De acordo com o documento, o governador utilizou-se da iniciativa para promover abuso de poder político e econômico através da execução de obras de infraestrutura em vários municípios maranhenses.

Já a segunda, protocolada pela coligação de Roseana, apontou o uso de veículos de comunicação pagos pelo governo para promover a imagem do comunista.

Ontem, durante cerimônia na qual foi diplomado para o segundo mandato, Flávio Dino comentou o assunto.

“No Brasil todo, infelizmente, nós temos a chamada hiperjudicialização. Isso vem desde antes do processo eleitoral. Todos acompanharam que anteriormente houve a tentativa de impugnar a candidatura do nosso candidato a vice-governador Carlos Brandão. Depois anunciaram que eu estaria inelegível. E depois que eu não poderia ser candidato e que seria cassado”.

Ele disse estar tranquilo em relação ao tema. “Você tem que debater na instância própria, mas com muita convicção, com muita tranquilidade, porque tenho certeza que, seja no Maranhão, seja no que se refere aos tribunais superiores, a Justiça Eleitoral, como tem julgado com muita serenidade com base na lei, vai mais uma vez reconhecer o nosso direito outorgado pelas urnas de governar o Maranhão por mais quatro anos”.

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