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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Pedro Lucas cobra informações sobre operações do Boeing 737 Max 8 no Brasil

O líder destaca que esse foi o segundo acidente, em cinco meses, com o mesmo modelo de aeronave

Líder do PTB na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas Fernandes (MA). (Foto: Reprodução)

O líder do PTB na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas Fernandes (MA), cobrou do governo informações sobre a operação, no Brasil, de aviões Boeing 737 Max 8, mesmo modelo do que caiu neste domingo (11) na Etiópia, matando 157 pessoas.

No requerimento de informações enviado nesta segunda-feira (11) ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o parlamentar lembra que a companhia aérea brasileira Gol opera sete jatos Boeing 737 Max 8.

O líder também destaca que esse foi o segundo acidente, em cinco meses, com o mesmo modelo de aeronave. No fim de outubro de 2018, 189 pessoas morreram em um voo da indonésia Lion Air.

“Precisamos saber se haverá suspensão de voos no Brasil e quais medidas estão sendo tomadas. Além disso, queremos ser informados se Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está acompanhando as investigações do acidente na Etiópia e, caso haja algum grau de semelhança entre os dois acidentes, quais serão as medidas a serem adotadas pela Anac no País”, declara Pedro Lucas.

Suspensão

As autoridades de aviação da China e da Indonésia já ordenaram que as companhias aéreas suspendam a utilização dos aviões Boeing 737 Max 8. A companhia Ethiopian Airlines (empresa etíope proprietária da aeronave que se acidentou no domingo) e a Cayman Airways (das Ilhas Cayman) também anunciaram que interromperam a utilização desse modelo após a queda.

“Ainda que a operação da Gol seja diferente da Ethiopian Airlenes, é de suma importância que a Anac faça um estudo minucioso sobre esse modelo, uma vez que a segurança deve estar em primeiro lugar”, diz o líder.

Pedro Lucas ainda ressalta que, assim como os aviões da Gol, o jato que caiu neste domingo na Etiópia era muito novo, e as manutenção de rotina nunca revelaram qualquer problema. “Assim não resta dúvida da urgência em adotar medidas preventivas no Brasil”, afirma Pedro Lucas.

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