Fechar
Buscar no Site
O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Família pede ajuda para compra de cadeira para jovem portadora de hidrocefalia gigante

A cadeira custa R$ 4.855 mil, sendo que será montada em São Paulo, de acordo com informações da mãe dela, Adalgisa Soares Alves

Adalgisa Alves e sua filha Graziely: jovem precisa de cadeira nova para melhorar sua locomoção. (Foto: Divulgação)

A família de Graziely Alves Régis, de 25 anos, está pedindo ajuda para a compra de uma cadeira de rodas especial à jovem, que é portadora da hidrocefalia gigante desde o seu nascimento, em 14 de julho de 1993. A cadeira custa R$ 4.855 mil, sendo que será montada em São Paulo, de acordo com informações da mãe dela, Adalgisa Soares Alves.

Ao Jornal Pequeno, Adalgisa contou que Graziely precisa urgentemente da cadeira porque fica muito tempo deitada e está sofrendo com insuficiência respiratória. Como o objeto é caro e será confeccionado fora do Maranhão, a família decidiu pedir ajuda. “A gente queria comprar logo para que a cadeira de rodas chegue a São Luís antes do aniversário da minha filha”, comentou Adalgisa.

A mãe de Graziely disponibilizou as seguintes contas bancárias para quem se compadecer e doar qualquer valor em dinheiro: Caixa Econômica Federal (agência: 1649; conta-poupança: 46097-8; operação: 013; titular: Adalgisa Soares Alves)/Banco do Brasil (agência: 5675-8; conta-corrente: 8237-6; titular: Graziely Alves Régis)/Banco Bradesco (agência: 2121-0; conta-poupança: 2501684-0; titular: Adalgisa Soares Alves).

A DOENÇA

Graziely nasceu no Hospital Materno Infantil, em São Luís, sendo que os médicos teriam detectado alguma anormalidade somente no oitavo mês de gestação. Mas, somente dois dias após ter dado à luz, a genitora descobriu que a filha possuía a hidrocefalia gigante – que teria sido adquirida depois de Adalgisa ter contraído rubéola durante a gravidez -, pois a equipe médica e seus familiares evitavam comentar sobre o fato.

Ela confessou que, naquele momento, “foi um choque”, mas, momentos depois, esse impacto psicológico já havia passado e sua filha era amada como deveria ser. Adalgisa recordou uma situação em que um neurocirurgião, após quinze dias do nascimento da filha, concluiu que a garota viveria no máximo até três meses. Contudo, Graziely, superando essa estimativa, está com 25 anos, sendo adorada por suas duas irmãs, de 19 e 21, e por seus dois sobrinhos, netos da entrevistada.

Nesse intervalo, Graziely já foi levada três vezes a São Paulo, sendo que as viagens sempre tiveram relação com a doença. A família, há sete meses, morava em uma casa alugada no Jardim São Cristóvão, às margens da Avenida Lourenço Vieira da Silva. Hoje, Adalgisa, o marido e a filha habitam o Residencial Nova Terra, em São José de Ribamar, em uma casa própria, a partir do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”, que foi adaptada para receber a jovem portadora da hidrocefalia.

Carregando