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Operação da Polícia Civil prende 12 pessoas ligadas a facção criminosa em São Luís

Foram expedidos 16 mandados de prisão e também de busca e apreensão em desfavor de vários membros da organização criminosa

Acusados de integrar facção criminosa foram apresentados na sede da Delegacia Geral Foto: Gilson Ferreira

Foi deflagrada, nesta quarta-feira (18), pela Polícia Civil, a operação denominada Demolição, que resultou na prisão de 12 pessoas envolvidas em organização criminosa com atuação no Conjunto do São Raimundo e adjacências, em São Luís. Todos seriam integrantes de uma facção e são acusados de tráfico de drogas, roubos e homicídios.

De acordo com o superintendente de Polícia Civil da Capital (SPCC), delegado Carlos Alessandro, foram expedidos 16 mandados de prisão e também de busca e apreensão em desfavor de vários membros da organização criminosa. A investigação durou cerca de três meses. “66 policiais civis de várias delegacias participaram da operação, que foi coordenada pela SPCC e contou com o apoio do Centro Tático Aéreo (CTA) e da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI)”, pontuou o superintendente.

Foram presos João Vitor Araújo Barros, Pablo Felipe da Silva Ribeiro, Elizabeth Nogueira Soares, Dulcilene Rocha dos Santos, Núbia Cristiane Bezerra Lima, Wellington Sandro dos Santos Lima e Leone de Sousa Caxias. Os seis foram localizados na região do Conjunto do São Raimundo. As mulheres, conforme as investigações, eram responsáveis pelo tráfico de drogas, enquanto os homens tinham, entre eles, diversas funções além do tráfico, como por exemplo, prática de homicídios e assaltos em nome da facção.

Outros cinco membros tiveram os mandados cumpridos dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. São eles: Mauro Alves Soares, o “Demolidor”, considerado pela polícia como chefe da facção; Mauro Campos Alves Neto, mais conhecido como “Maurinho” – filho de “Demolidor”; Luis Henrique Lima Fernandes, o “Luizinho”; Alexandre Santos Silva, o “Xande”; e Tones Gabriel Moraes Aguiar, o “Sherek”. Os três últimos eram disciplinas da facção e foram identificados como autores de homicídios ocorridos na região nos últimos anos.

Quatro pessoas continuam foragidas, segundo a polícia. Uma delas, identificada como Thayse Tobias Silva, conhecida como “Princesa”, é mulher de “Maurinho”. As investigações apontam que era responsabilidade dela repassar as informações do chefe da facção aos demais membros.

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