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Serviços de construção da ponte no Rio Pericumã seguem em ritmo acelerado

Equipe técnica de engenharia da Sinfra realizou a visita guiada na área para mostrar os detalhes do andamento do projeto.

Equipes da Sinfra acompanham alunos do curso de engenharia durante visita à obra da ponte Central-Bequimão (Foto: Divulgação)

Uma das obras mais complexas do Governo do Maranhão, a construção da ponte no Rio Pericumã, que vai ligar os municípios de Central até Bequimão, beneficiando dez municípios, segue em ritmo acelerado no Litoral Ocidental do Maranhão.

Na última quarta-feira, 16, as obras receberam, pela primeira vez, a visita de 28 alunos (formandos) acompanhados da coordenação do curso de engenharia civil da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). A equipe técnica de engenharia da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) realizou a visita guiada na área para mostrar os detalhes do andamento do projeto.

Para os alunos e coordenadores, a obra é um universo de informações técnicas, além de uma experiência prática para se conhecer de perto a complexidade da execução dos serviços que acontecem simultaneamente tanto em solo como na água.

O diretor do curso, João Aureliano, agradeceu pela receptividade e troca de conhecimento com os alunos, e fez observações de detalhes técnicos na obra. “A obra está exemplar; o canteiro de obras está dentro da técnica, com todo o controle tecnológico dentro dos padrões. Ela possui todos os requisitos de segurança e está em pleno vapor. Os alunos ficaram muito satisfeitos com a explanação feita e as dúvidas que foram sanadas. É uma obra ímpar. O Maranhão está aprendendo muito com isso”, completou João Aureliano.

Com o professor Aureliano estavam os professores João Celso, projetista estrutural da ponte, e Terezinha. Acompanharam também os gestores das empresas: Engenheiro Sérgio (Concremat) e engenheiro Neil Armstrong (Progen).

O secretário de Estado, Clayton Noleto, avaliou a visita dos alunos e reforçou que a construção da ponte Central-Bequimão representa uma obra de alta complexidade, uma vez que o Rio Pericumã tem interação de maré, com características de solo que são próprias no acesso às cabeceiras da ponte. “Nós ficamos muito contentes em receber os alunos do curso de engenharia da Uema para conhecer como está sendo feito esse trabalho, todo o método construtivo, o trabalho na plataforma, a construção das fundações em água, o trabalho dos equipamentos de um modo geral, todas as etapas dessa obra muito importante para o Estado. O acompanhamento in loco contribui para a formação deles e demonstra o trabalho da administração do governador Flávio Dino, com transparência, dedicação e empenho”, disse.

OBRA EM ANDAMENTO – Os trabalhos seguem em uma área de, aproximadamente, 27 metros de espessura de solo mole na cabeceira da ponte, o que exige uma extensa pesquisa geotécnica para que seja implantada a fundação de maneira correta e que resista a esse tipo de solo.

Atualmente, as equipes trabalham no leito do rio Pericumã, onde já foi concretada mais uma estaca no eixo 10, e avançam para o eixo 11 e 12. Todas as pré-lajes que serão usadas na ponte estão sendo concretadas no próprio canteiro de obras. DEZ

CIDADES BENEFICIADAS – A complexa obra da ponte CentralBequimão, que terá extensão de 589m, no valor de R$ 68.342.837,42, foi retomada em setembro de 2018, com as adequações de projetos, e a previsão de entrega é em março de 2021. Com a conclusão, serão beneficiados os municípios de Bequimão, Central do Maranhão, Mirinza, Cururupu, Serrano do Maranhão, Guimarães, Cedral, Apicum Açu, Porto Rico e Bacuri.

Além de desenvolver o turismo no litoral ocidental do Maranhão. DEZ MUNICÍPIOS BENEFICIADOS Orçada em R$ 68.342.823,42, a complexa obra de construção da ponte CentralBequimão, com extensão de 589m, foi retomada em setembro de 2018, com as adequações de projetos.

A previsão de entrega é em março de 2021. Com a conclusão, serão beneficiados os municípios de Bequimão, Central do Maranhão, Mirinza, Cururupu, Serrano do Maranhão, Guimarães, Cedral, Apicum Açu, Porto Rico e Bacuri. Além de desenvolver o turismo no litoral ocidental do Maranhão.

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