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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Weverton e Othelino dizem que divergências são normais e garantem que não há racha na base de Flávio Dino

Senador e presidente da Assembleia pregaram união das instituições em favor da cidade

Weverton e Othelino afirmam que não há racha na base de Flávio Dino (Foto: Divulgação)

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) e o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), analisaram o atual cenário político, em participação ao vivo no programa “Ponto e Vírgula”. Eles pregaram união das instituições em favor da cidade. “Agora é o momento de todos se unirem em respeito à democracia”, afirmou Weverton.

O senador e o presidente da Assembleia parabenizaram o prefeito eleito de São Luís, Eduardo Braide. “Parabenizo o Braide pela vitória e lhe desejo um bom trabalho por São Luís. Tenho certeza de que terá a capacidade de articular as alianças e o diálogo necessários a favor da cidade”, ressaltou Weverton.

“Cumprimentei o prefeito eleito pelo Twitter e pelo telefone. Desejei que ele faça uma ótima gestão, que conduza a nossa cidade com o equilíbrio necessário e exercite a capacidade que ele tem de dialogar com o governo do estado e federal”, afirmou Othelino, que colocou o legislativo estadual à disposição da cidade.

Sobre um avaliado “racha” na aliança de apoio ao governador Flávio Dino, Weverton afirmou que divergências são normais em época de eleição, mas não significam ruptura. O senador reafirmou as “boas relações” com Flávio Dino.

“O governador sabe que pode contar com o PDT. Todas as pautas que o governador me pediu, aqui em Brasília, eu fui atrás para ajudar e dar a minha contribuição. Eu tenho certeza de que a nossa amizade e a nossa relação política é muito maior do que qualquer coisa”, explicou o senador.

Othelino Neto também afirmou que não houve uma “divergência irreversível”.

“Na política, nem todas as vezes dá para que todos do mesmo grupo estejam juntos”, disse.

O presidente da Assembleia lembrou que na eleição para prefeito de 2016 nem todos estiveram juntos, e citou o exemplo da senadora Eliziane Gama, que não apoiou o então candidato Edivaldo Holanda Júnior no segundo turno e ainda assim teve o apoio dele para senadora em 2018.

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