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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Portos do Maranhão participam com 26,5% de toda carga movimentada pelo transporte marítimo no Brasil

Os terminais privados movimentaram 760 milhões de toneladas e os públicos ficaram com 391 milhões.

Ponta da Madeira, com 191 milhões, é o campeão nacional (Foto: Divulgação)

Os três portos do Maranhão – Itaqui, Ponta da Madeira e Alumar – movimentaram em 2020 mais de 26,5% de toda a carga transportada no Brasil em 2020 pelo sistema portuário brasileiro. De acordo com o Anuário Estatístico da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq), a movimentação a nível nacional foi de 1,151 bilhão de toneladas, sendo que destas, 231,8 milhões passaram pelo Maranhão.

Os terminais privados movimentaram 760 milhões de toneladas e os públicos ficaram com 391 milhões de toneladas. O grande destaque é para Ponta da Madeira, administrado pela Vale, em São Luís, que lidera o ranking nacional.

De acordo com os números da Antaq, entre os portos públicos, Santos, em São Paulo, foi, mais uma vez, o que mais movimentou cargas no Brasil: 114,4 milhões de toneladas. Em segundo lugar aparece Paranaguá (PR), com 52,1 milhões de toneladas; na terceira posição, Itaguaí (RJ), 45,7 milhões de toneladas, e na quarta, o Itaqui, em São Luís, com 25,303 milhões de toneladas.

Em relação aos TUPs (privados), o líder em movimentação foi o Terminal Marítimo da Ponta da Madeira (MA), com 191,3 milhões de toneladas, o que representa 16,6% de toda carga movimentada no Brasil. Já o Porto da Alumar, movimentou 15,8 milhões de toneladas.

O Porto da Vale tem como carga principal o minério de ferro, enquanto o da Alumar, bauxita, que é beneficiada, transformada em alumina. Já o Porto do Itaqui, tem como principal destaque grãos, com 8,688 milhões de toneladas), combustíveis (5,835 milhões de toneladas) e cereais (3,131 milhões de toneladas).

Segundo o diretor-geral da Antaq, Eduardo Nery, há uma tendência de crescimento para os próximos anos. Uma das razões é o programa de arrendamentos portuários do governo federal. “Em 2021, estão previstos leilões de 18 áreas, que irão gerar mais de R$ 4 bilhões de investimentos”, frisou.

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