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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Com mais cinco mortes registradas, Imperatriz reforça cumprimento de medidas para controle da Covid-19

Cidade já tem 549 casos do novo coronavírus confirmados e 35 óbitos registrados

Higienização é medida preventiva essencial durante a pandemia (Foto: Divulgação)

Com 549 casos da Covid-19 confirmados e 35 óbitos registrados, Imperatriz é a segunda cidade do Maranhão com mais ocorrências de pessoas infectadas, ficando atrás apenas da capital São Luís, com 5040.

Para reforçar o enfrentamento ao vírus, o governo do Maranhão anunciou novas ações com o objetivo de descomprimir o sistema de saúde, e alertou para o cumprimento das medidas preventivas para evitar o avanço da doença, principalmente na cidade de Imperatriz, onde já foram confirmados mais de 500 casos da Covid-19.

“Mesmo a gente ampliando a oferta de atendimento na cidade, não conseguiremos vencer essa batalha sem a colaboração da população. As medidas não farmacológicas, que vão evitar o contágio da doença, precisam ser consideradas como uma das principais formas de reduzir o impacto da doença no sistema de saúde”, afirmou Carlos Lula.

O Governo do Estado vem incentivando e adotando medidas de distanciamento social como prevenção ao novo coronavírus. As medidas incluem limitação do funcionamento das atividades econômicas durante o período da pandemia, com permissão apenas aos serviços considerados essenciais.

Na terça-feira (12) foi anunciado o aumento do número de leitos clínicos e de UTI específicos para tratamento da Covid-19, a abertura de um ambulatório especializado para pacientes com quadro leve da doença e com comorbidades, além da parceria entre o setor público e privado que vai viabilizar o funcionamento de outro ambulatório específico para atendimento aos casos do novo coronavírus e com a UPA São José, que também passará a ser porta de entrada para o atendimento aos casos da doença.

Carlos Lula alertou que o ritmo da cidade precisa diminuir para que o sistema de saúde na região consiga dar conta da demanda. “Não podemos deixar que faltem leitos, mas para isso é importante reduzir o ritmo de contágio da doença. Considerando o número crescente de casos, se a cidade continuar como se nada estivesse acontecendo, há risco de perdermos esta batalha aqui na região”.

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