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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Casal suspeito de sequestrar e matar empresário em Balsas é preso em Goiana/PE

Wanderson Ferreira de Almeida e Daiane da Silva Almeida foram presos dentro de uma oficina mecânica

Daiane é suspeita de participar da morte do empresário Chico Paraná (Foto: Divulgação)

Foram presos em Goiânia dois suspeitos de sequestrar e matar o empresário Chico Paraná. O crime ocorreu no mês de outubro de 2019, no município de Balsas/MA.

O casal Wanderson Ferreira de Almeida, 37 anos, e Daiane da Silva Almeida, de 24 anos, foi preso em Goiana/PE, no Grande Recife, dentro de uma oficina mecânica.

Daiane estava foragida há mais de dez dias, após fugir da prisão domiciliar que havia sido concedida devido à pandemia da Covid-19. A suspeita seguiu até Goiana para se encontrar com o parceiro, que, de acordo com a Polícia Civil, estava escondido na cidade desde o início do ano.

Os policiais civis cumpriram os mandados de prisão expedidos pela 4ª Vara Criminal de Balsas. Não foram encontradas armas com a dupla no ato da prisão.

Segundo a polícia, Wanderson é mecânico e escolheu o município de Goiana por não ter parentes na cidade, e se tratar de ponto estratégico de grande fluxo de veículos. Ele alugou o ponto e morava na própria oficina.

A Polícia Civil de Goiana informou que Wanderson foi conduzido para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana, enquanto Daiane foi encaminhada para a Colônia Penal Feminina do Recife.

O crime

Chico Paraná foi morto com golpes de punhal e requintes de crueldade, dez dias após ter sido sequestrado. O corpo dele só foi encontrado quatro meses depois, na zona rural do município de Riachão.

De acordo com as investigações da polícia, Daiane e o namorado, o mecânico Wanderson Ferreira de Almeida, são os responsáveis pelo crime. O empresário foi mantido em cárcere privado na casa dela, que também teria um relacionamento com ele há dois anos.

Na ocasião, Chico Paraná chegou a ligar para a família, pedindo dinheiro para um suposto tratamento de saúde. A dupla ainda conseguiu cerca de R$ 400 mil da vítima, além de realizarem diversas compras em lojas de Balsas com o cartão do empresário.

A Polícia Civil só chegou até o corpo do empresário depois que um terceiro envolvido no crime, Eriosvaldo da Silva, que ficou preso por 30 dias e seria compadre do Wanderson, indicou o local exato.

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