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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Membro de facção tem corpo carbonizado em São Luís

A vítima ainda levou tiros e facadas antes de ser incinerada

(Foto: Ilustração)

Uma briga entre membros de facções criminosas terminou com dois mortos, nas noites de sexta-feira (21) e sábado (22), nos bairros do Angelim e Bequimão, em São Luís. Uma das vítimas chegou a ter o corpo carbonizado e jogado em um matagal.

A primeira execução foi de um jovem identificado como Cauê Vicente Mota Coelho, de 18 anos. Ele foi morto na Rua da Paz, próximo ao condomínio Pedra Caída, no Angelim, por dois suspeitos que chegaram em um veículo Fiat, de cor branca, já atirando. Ele morreu no local, após ser atingido em várias partes do corpo.

No dia seguinte, segundo levantamentos feitos pela da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), tentando confrontar os rivais e vingar a morte do amigo, Arinelson Campos Barreto, de 18 anos, também acabou assassinado, no bairro do Bequimão, em uma localidade conhecida como Poeirão.

De acordo com informações da Polícia Militar, a vítima foi cercada e agredida por vários membros de facção. Arinelson foi morto com requintes de crueldade. Ele levou tiros, facadas, teve parte do corpo queimada e foi abandonado em um matagal atrás da Associação dos Moradores do bairro. Ambas as vítimas, de acordo com a PM, seriam integrantes de uma facção criminosa da capital. A SHPP segue investigando o caso.

QUATRO PRESOS

Depois da morte na noite de sábado (22), policiais militares do Batalhão de Choque prenderam quatro suspeitos de participação no crime. O grupo estava em um apartamento no Poeirão, também conhecido como Carandiru, que é uma construção abandonada numa região conhecida como Península do Ipase.

Os capturados foram identificados como Carlos André de Jesus Silva, Thalysson Penha Cantanhede, Jheizone Moraes Silva Santos e Carlos Vagner Campos Lobo. Com eles, foram encontrados sete aparelhos celulares, nove trouxas de maconha, quatro trouxas de crack e uma cédula de R$ 20.

Segundo a PM, contra Carlos Vagner e Carlos André foram cumpridos, também, mandados de prisão que estavam em aberto.

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