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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

O grande salto do futebol feminino brasileiro

E essa lapidação começou, segundo muitos, com a escolha de Pia Sundhage para treinar a seleção brasileira feminina

Foto: Reprodução

O campeonato brasileiro de futebol feminino A-1 2020 chegou ao fim com o Corinthians se sagrando campeão em jogo disputado contra o Avaí Kindermann. Após empate sem gols no jogo de ida, a equipe paulista venceu por 4×2 em grande jogo disputado na Neo Química Arena. 

A evolução do futebol feminino dá sinais de que, finalmente, as mulheres caminham para serem respeitadas da maneira que devem ser. Analistas apontam que os frutos que começam a ser colhidos são resultado de decisões importantes que foram tomadas em 2019. De todas as modalidades, o futebol feminino é uma riqueza que precisa ser explorada e lapidada.

E essa lapidação começou, segundo muitos, com a escolha de Pia Sundhage para treinar a seleção brasileira feminina. 

No currículo, três medalhas olímpicas: duas de ouro com os Estados Unidos e uma de prata com a Suécia. Além disso, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acabou acatando o que já ecoava além das quatro linhas: mulheres no comando do futebol feminino.

A chegada da treinadora abriu caminho para que mais mulheres fossem contratadas. As seleções Sub-17 e Sub-20 passaram a contar com Duda Luizelli – ex-coordenadora do feminino do Internacional – na coordenação de seleções. 

Aline Pellegrino, que possui experiência acumulada na diretoria de futebol feminino da Federação Paulista, é a responsável pela coordenação de competições femininas, que controla todas categorias. Um cargo novo dentro da estrutura do futebol brasileiro.

“É um processo de longo prazo. Então chegou a Pia em um momento. Depois da chegada dela, as comissões técnicas das seleções Sub-20 e Sub-17 já ganharam outras mulheres, então a gente já tem muitos grandes nomes de mulheres atuando dentro dessas categorias”, afirmou Aline, em entrevista à Betway, site de aposta esportiva online

Nessa esteira de mudanças, com a chegada de Aline Pellegrino, o futebol feminino passou a contar com novos patrocinadores, partidas disputadas em grandes estádios e o VAR sendo utilizado pela primeira vez em uma competição feminina. 

Outro ponto de grande relevância para o crescimento do futebol feminino no país foi a decisão de equiparar premiações e diárias das seleções nos dois gêneros. Ação esta que teve grande repercussão no mundo dos esportes. 

Recentemente também foi lançado um uniforme exclusivo para a seleção feminina, sem as cinco estrelas que representam os títulos mundiais da equipe masculina. 

Diante do cenário que se descortina, muitas pessoas começam a acreditar que, depois de muitas expectativas e sonhos que não se concretizaram, finalmente o futebol feminino brasileiro caminha a passos largos para se tornar uma referência mundial. Caminha para se tornar uma janela de oportunidades.

Pesquisas apontam que todo esse trabalho começa a movimentar o mercado, principalmente em sites de apostas. Antigamente a seleção brasileira não era cotada entre as favoritas. Parece que, com todas as mudanças implementadas pela CBF, o Brasil volta a ser considerada uma seleção favorita em sites de apostas esportivas online no futebol feminino.

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