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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Brasileiro é o 2º turista mais rejeitado do mundo

Em janeiro, o turista brasileiro gastou US$ 308 milhões no exterior, ante US$ 1,4 bilhão no mesmo mês do ano passado

Segundo a base de dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) e da Skyscanner, o brasileiro é o segundo turista que mais enfrenta barreiras em aeroportos no exterior. Apenas os cidadãos sul-africanos possuem barreiras mais duras que as impostas ao brasileiro.

Em 116 países (ou territórios), a entrada do brasileiro ou é proibida ou considerada excessivamente rígida. Além da África do Sul e do Brasil, cidadãos britânicos passam por rigorosas barreiras sanitárias.

 

Ainda que o número pareça muito alto, é preciso lembrar que, na média, cada um dos 233 locais analisados enfrenta barreiras duras em 100 países ou territórios. Isso porque muitos países simplesmente fecharam os seus aeroportos, ou só permitem o ingresso de nacionais ou fazem exigências como quarentena.

O fato de o Brasil estar acima da média é que alguns países incluíram os brasileiros em uma lista mais restrita. Na Colômbia, por exemplo, os voos de Brasil e Reino Unido estão suspenso. Nos EUA e no Peru, passageiros que estiveram ou transitaram pelo Brasil nos últimos 14 dias estão proibidos de entrar no país.

Em janeiro, o turista brasileiro gastou US$ 308 milhões no exterior, ante US$ 1,4 bilhão no mesmo mês do ano passado, quando a doença ainda não era uma realidade no país, segundo dados do Banco Central. Números da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) contam história parecida: 221 mil passageiros saíram de aeroportos do país rumo ao exterior em

Entrada barrada
Turistas com mais dificuldades para viajar ao exterior

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Turistas com menos restrições à entrada no exterior na pandemia

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