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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

CPI dos Combustíveis ouvirá representantes de distribuidoras

Comissão investiga supostas irregularidades praticadas nos reajustes de preços de combustíveis no Maranhão.

Parlamentares ouvirão representantes de distribuidoras em junho (Foto: Reprodução)

Na tarde dessa segunda-feira (24), a CPI dos Combustíveis, que investiga supostas irregularidades praticadas nos reajustes de preços de combustíveis no Maranhão, aprovou dois requerimentos, sendo um deles convocando representantes das distribuidoras Ipiranga e Petrobras para comparecerem, no dia 7 de junho, às 14h30, na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa. O outro requerimento convoca um representante do Posto Joyce, localizado em Paço do Lumiar, para comparecer na quinta-feira deste mês (27)

O deputado Duarte Júnior afirmou que há algo de estranho com relação ao Posto Joyce, uma vez que não existe qualquer comprovação sobre a aquisição de combustível por aquele estabelecimento no mês de janeiro, mas há prova de revenda todos os dias. O deputado Zito Rolim (PDT) comentou que existe a hipótese de compra por meio de outro CNPJ.

“Estamos trabalhando de acordo com o que o povo espera. Essa questão tem de ser dissecada. Quebramos o sigilo fiscal de todas as empresas envolvidas e, a partir de agora, em nossas oitivas, todos os convocados virão na condição de testemunhas e não poderão faltar sem justificativa plausível, silenciar e nem mentir “, afirmou Duarte Júnior, acrescentando que o trabalho da CPI ganhou força e a confiabilidade da população.

Convocação

Integrante da CPI dos Combustíveis, o deputado Wellington do Curso (PSDB) destacou que apresentaria um requerimento convocando o secretário de Fazenda do Estado, Marcellus Ribeiro, sob o argumento de não ter ficado satisfeito com o depoimento prestado pelo auditor do órgão, Felipe Caldeira, no último dia 19. “Ele não esclareceu nada. Perguntávamos e ele não respondia. Por isso, acho melhor a convocação do próprio secretário”, enfatizou Wellington do Curso.

Outro requerimento, apresentado pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública, solicitando a documentação sobre o andamento da CPI e pedindo autorização para auxiliar tecnicamente nos trabalhos, foi rechaçado pela maioria dos parlamentares, depois que o deputado Zé Inácio (PT) arguiu que o correto seria municiar os dois órgãos com informações somente após o relatório final.

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