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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Operação internacional combate crime cibernético contra crianças

Nesta quarta-feira (9), um balanço da ação foi apresentado

A operação foca no combate a crimes de abuso e exploração sexual, praticados na internet contra crianças e adolescentes. (Foto: Divulgação)

Cumprimento de mandados de busca e apreensão de material e equipamentos contendo pornografia infantil é parte dos resultados da operação ‘Luz na Infância 8’, executada no Maranhão. Nesta quarta-feira (9), um balanço da ação foi apresentado. O trabalho no estado foi conduzido pela Superintendência Especial de Investigação Criminal (Seic).

A operação ‘Luz na Infância 8’ teve abrangência internacional e foco no combate a crimes de abuso e exploração sexual praticados na internet contra crianças e adolescentes. No Brasil, a operação foi executada em vários estados, motivada por ação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)

O titular da Seic, delegado Ederson Martins, destacou a atuação da polícia maranhense na operação internacional. “Este trabalho integra uma mobilização nacional e, no Maranhão, tivemos alvos monitorados em São Luís. Foram realizadas ainda buscas e apreensões”, ressaltou o delegado. Na ação, a Seic apreendeu computadores e notebook e cumpriu mandados de busca e apreensão, todos na capital.

As investigações no Maranhão prosseguem, para identificar um suspeito, que não foi localizado, e para análise dos materiais apreendidos. O delegado Ederson Martins destaca que os envolvidos estão sob monitoramento. “Como não há mandados de prisão, estamos coletando as evidências e analisando os materiais, para relacionar suspeitos e provas”, frisa. Participaram da operação, equipes do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT) e do Grupo de Resposta Tática (GRT), ambos órgãos da Seic.

Internacional

Esta é a oitava edição da operação ‘Luz na Infância 8’ e, nas ações anteriores realizadas entre 2017 e 2020, foram cumpridos mais de 1.450 mandados de busca e apreensão; e presos cerca de 700 suspeitos de praticarem crimes cibernéticos de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes, nos 18 estados do Brasil e mais cinco países participantes da ação.

As penalidades para os crimes investigados variam de 1 a 8 anos de prisão. Quem armazena material de pornografia infantil pode cumprir pena de 1 a 4 anos de reclusão. Já para quem compartilha, a pena prevista é de 3 a 6 anos. A punição para quem produz esse tipo de material é de 4 a 8 anos de prisão.

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