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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Empresas são interditadas no Maranhão e Piauí por sistema de lavagem de dinheiro sofisticado

Esquema utilizava estabelecimentos para o escoamento dos valores resultantes de negócios com drogas, armas, veículos e outros.

Diversos estabelecimentos foram interditados a pedido do MPMA (Foto: Divulgação)

Como desdobramento da Operação Mormaço, o Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão interditou empresas por suspeita de um sistema de lavagem de dinheiro sofisticado. Os estabelecimentos estão localizados em Caxias-MA (Arena Alto da Cruz), Timon-MA (Arena Terceiro Tempo) e Teresina-PI (Modelo Veículos).

A ação contou com a parceria do Gaeco do Piauí, Polícia Civil do Maranhão e Instituto de Criminalística de Timon (Icrim). As interdições cumpriram decisões da Justiça, proferidas a pedido do Ministério Público do Maranhão. Todos os estabelecimentos pertencem a pessoas presas na primeira etapa da Operação Mormaço, realizada no dia 10 de junho.

O objetivo da operação foi desarticular uma facção com atuação interestadual. Foram alvos pessoas físicas e jurídicas em Teresina (Piauí), Timon e Caxias, no Maranhão.

Iniciadas há cerca de um ano, as investigações mostraram que a organização criminosa tem um sistema de lavagem de dinheiro sofisticado, com a utilização de empresas para o escoamento dos valores resultantes de negócios com drogas ilícitas, armas de fogo, veículos e peças de automóveis, além de outras atividades.

A Operação Mormaço contou com a participação de seis promotores de justiça do Maranhão (sendo cinco do Gaeco), dois promotores de justiça do Piauí (do Gaeco) e 14 servidores do MPMA, além de 84 policiais civis e seis peritos do Icrim.

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