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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Após 12 anos, empresário condenado por mandar matar advogado em Barra do Corda é preso no Piauí

Foragido, o acusado recebeu voz de prisão quando jantava com a filha e o genro em um restaurante no Piauí.

Após 12 anos do homicídio, o empresário foi preso quando jantava com a sua filha e o genro (Foto: Divulgação)

O empresário Norman Gonçalves de Sá foi preso na noite dessa quarta-feira (7), na cidade de Parnaíba, no Piauí. Ele foi acusado de ter mandado matar o advogado Almir Silva Neto, de 41 anos, em dezembro de 2008, na cidade de Barra do Corda, distante 450 km da capital São Luís.

Norman tinha sido condenado a 26 anos e dois meses de prisão, e estava foragido. Segundo a polícia, o empresário estava jantando em um restaurante em Parnaíba, quando recebeu voz de prisão. Ele estaria sendo monitorado por uma equipe do serviço de inteligência (Reservado) da Polícia Militar do Piauí.

Norman foi preso na frente do genro e da filha, que mora em Parnaíba. Para a polícia, o empresário disse que estava na cidade apenas visitando a família.

RELEMBRE O CASO

O corpo do advogado foi encontrado carbonizado dentro de um veículo modelo Fiat uno que pertencia à vítima, próximo ao povoado Baixão da Pedra, em Barra do Corda. A motivação do crime, segundo as investigações, teria sido um caso amoroso que o advogado teve com a esposa do empresário.

Mais três pessoas foram presas em Barra do Corda, acusadas de envolvimentos na trama criminosa que vitimou o advogado. José Vieira da Silva, o “Mansidão”, apontado como o executor; Nilton Wiess, conhecido por Otinha, suspeito de ter dado apoio a José Viera; e uma suposta namorada do empresário, que teria sido usada como isca, para atrair o advogado para emboscada, identificada por Elaine Cristina Gonçalves.

Durante o tempo em que ficou foragido, Norman, chegou a utilizar vários disfarces. Segundo as informações, ele fez algumas cirurgias plásticas para tentar despistar a polícia.

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