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Exploração petrolífera na bacia Pará-Maranhão é debatida no Rio

Estado maranhense terá mais uma oportunidade de desenvolvimento com a arrecadação de tributos, royalties e investimentos.

Exploração petrolífera na bacia Pará-Maranhão é debatida no Rio (Foto: Alexandre Brum/Petrobrás)

O potencial petrolífero da Bacia Pará-Maranhão, na chamada margem equatorial brasileira, e o Plano Estratégico da Petrobras para 2022-2026 são temas que serão tratados pelo coordenador da bancada federal do Maranhão no Congresso Nacional, deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA), em sua palestra na websérie “Margem Equatorial: oportunidades e desafios”, que acontece nesta sexta-feira (3), no Rio de Janeiro.

O parlamentar maranhense foi convidado pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham). “O evento reúne empresas e especialistas para debater essa pauta importante para o Brasil”, informou.

“A margem equatorial, segundo especialistas, é hoje umas das grandes promessas para o avanço de novas fronteiras exploratórias de petróleo. A bacia Pará-Maranhão, de acordo com os estudos, tem alta capacidade na produção de barris de petróleo”, completou.

Em novembro, por sugestão de Pedro Lucas, as comissões de Relações Exteriores e de Minas e Energia da Câmara dos Deputados realizaram audiência pública conjunta para tratar sobre os entraves que impedem o avanço da exploração petrolífera no setor. O evento contou com a participação de autores do estudo sobre o “novo pré-sal na margem equatorial do Brasil” e representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Universidade Federal do Maranhão, do Ibama e do Ministério de Minas e Energia, além de parlamentares do Maranhão, Pará e outros estados.

PLANO DA PETROBRAS

O Plano Estratégico da Petrobras 2022-2026 divulgado recentemente vai nortear a palestra do parlamentar maranhense. O documento traz uma previsão de investimentos da petrolífera para os próximos anos.

“No plano divulgado, a Petrobras mostra que tem interesse em ampliar a exploração na margem equatorial e investir cerca de US $ 1,5 bilhão. A exploração de novas fronteiras tem previsão de início para o segundo semestre de 2022”.

O parlamentar destacou que o Maranhão terá mais uma oportunidade de desenvolvimento com a arrecadação de tributos, royalties e investimentos”. Mais que uma câmara de comércio, a Amcham integra empresas brasileiras e internacionais em um ambiente que extrapola fronteiras na geração de conteúdo, disponibilizando também um ativo produtos e serviços empresariais. É a maior câmara de comércio das existentes em 11 países. Possui 5.000 empresas associadas de mais de 40 nacionalidades, responsáveis por 33% do PIB brasileiro; 70 das 100 marcas mais valiosas são associadas.

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