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Terminal Portuário de Alcântara será um gigante no ramo das exportações do Arco Norte

Afirmação é de especialistas do setor, que constataram o potencial do TPA para ser um dos maiores exportadores do setor.

Ilustração do Terminal Portuário de Alcântara (Foto: Divulgação)

O setor portuário é um dos que mais crescem no mercado brasileiro e garante uma grande circulação de capital durante todo o ano. Um exemplo dessa informação é o Terminal Portuário de Alcântara, que possui um grande potencial para ser um gigante nas exportações do Arco Norte, segundo comentários feitos por alguns especialistas do setor.

O Terminal Portuário de Alcântara, também conhecido como TPA, é uma estrutura da iniciativa privada, em acordo com o Governo Federal para as operações nas exportações do Arco Norte. O local já foi base para diversas pesquisas e estudos que comprovaram os seus diferenciais em relação ao setor portuário brasileiro.

Os especialistas constataram que o TPA tem grande potencial para ser um dos maiores exportadores do setor no mercado brasileiro.

O diretor-executivo da Grão Pará Multimodal, Paulo Salvador, comentou acerca da capacidade do terminal e das expectativas para o futuro, afirmando que “Além de se situar num local abrigado da costa, a Baía de São Marcos com as suas águas profundas, tem uma conexão ferroviária de cerca de 520 quilômetros, que o ligará às maiores ferrovias da malha brasileira; a saber: Ferrovia Norte Sul e Estrada de Ferro de Carajás”.

Entre os grandes diferenciais, o calado natural de 25 metros do Terminal Portuário de Alcântara irá permitir operações com navios gigantes para as exportações. Salvador destacou que “notadamente os Capesize, para transporte de grãos, e os Valemax, para minério de ferro, e movimentar, no seu conjunto, cargas que podem exceder os 400 Mtpa, dadas as grandes dimensões das áreas off-shore e on-shore que o terminal possui”.

Um dos principais pontos que podem dificultar o crescimento das exportações no mercado brasileiro, principalmente se tratando do Arco Norte, é o alto custo para as operações, e o principal objetivo do projeto do TPA é reduzir esses valores.

Paulo Salvador destaca que “a competitividade internacional do Brasil depende do preço a que consegue colocar as suas exportações no destino final, e não do preço  que os produtos chegam aos portos brasileiros para serem embarcados.

“O preço de transporte tem que ser competitivo no seu conjunto e não apenas dentro do território nacional”, frisou Salvador.

Além disso, o executivo complementou o discurso acerca desse problema nas exportações e finalizou: “É por esta razão que o TPA será um projeto essencial para reduzir os atuais custos de transportes, tanto dentro do território nacional, pela ligação direta às grandes ferrovias nacionais, como pela utilização de navios de grande porte, como os Capesize, para transporte de grãos, o que irá baixar significativamente o custo do frete marítimo; como tem sido bastante noticiado ultimamente, em até US$ 15/ ton, conforme estudos da Esalq Log”.

Com isso, o que os grandes representantes do setor portuário no Arco Norte esperam é um futuro de expansão nas operações das exportações utilizando o grande potencial que o Terminal Portuário de Alcântara possui para isso.

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