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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

São Luís: Moradores da Vila Samara 2 reclamam de problemas

No local, há descarte irregular de lixo, queimadas, e o espaço ainda seria esconderijo para criminosos.

Terreno da Caema, na Vila Samara 2, está tomado por mato e tem tirado a tranquilidade dos moradores (Foto: Divulgação)

SÃO LUÍS – Um terreno, que seria da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), localizado na Vila Samara 2, comunidade na região da Estiva, tem tirado o sossego de quem reside nas proximidades do lugar. A área fica na Rua 1 do bairro; mas, devido à sua extensão, ela acaba atingindo diversas vias.

Conforme os moradores, o local está totalmente abandonado pela Caema e serve de espaço para o despejo irregular de lixo, abrigo para criminosos e ponto de queimadas, fatos que estão proporcionando incômodos e colocando em risco a vida dos moradores. A situação tem provocado medo.

Segundo relatos de quem mora na Vila Samara 2, o terreno está tomado por muito mato, e isso tem facilitado o surgimento de cobras, aranhas e até escorpiões. Foi dito ainda que tais animais peçonhentos costuma se aproximar das residências, deixando as pessoas temerosas, uma vez que nesses imóveis há muitas crianças.

“Minha casa fica próxima ao terreno, isto é um incômodo. O local não costuma ser limpo, somos nós moradores que vez ou outra fazemos a capina, algo absurdo, pois nos demanda tempo, e já chegou ao ponto de pagarmos para alguém fazer a limpeza. Olha que coisa, nós limpando o terreno da Caema!”, exclamou uma moradora, que preferiu não se identificar.

Por meio de fotos e vídeos enviados ao Jornal Pequeno, é possível perceber o lixo e o mato existente no terreno. Pelas imagens, também são vistos animais soltos no local e, ainda, dá para perceber que o lugar não é cercado, e também que ele abriga um poço da Companhia.

Os moradores disseram que, apesar das reclamações feitas à Caema, alguém da Companhia somente aparece no terreno caso haja alguma ameaça de ocupação.

OUTRO LADO

Por meio de nota, a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) informou que enviará uma equipe de fiscalização para averiguar as condições do local e tomar as devidas providências.

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