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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Dois homicídios e uma tentativa são registrados em menos de cinco horas na Grande São Luís

Os crimes ocorreram nos bairros da Camboa, Pedrinhas e Vila Kiola.

Foto: Reprodução

Dois homicídios foram registrados, em menos de cinco horas, na região metropolitana de São Luís. As vítimas, identificadas como José Diomar Pinto de Araújo, de 44 anos; e Casemilson Ramos Moreira, foram mortas a tiros.

O primeiro assassinato ocorreu em Pedrinhas, e o segundo na Camboa, bairros de São Luís. Houve ainda uma tentativa de homicídio registrada na Vila Kiola, em São José de Ribamar.

José Diomar Pinto de Araújo morava na Rua Nossa Senhora da Penha, em Pedrinhas. Por volta das 19h da terça-feira (7), homens faccionados (segundo a polícia) chegaram à casa da vítima a pé e efetuaram vários disparos.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve na residência de Diomar para realizar o primeiro atendimento médico, mas ele não resistiu aos ferimentos e foi a óbito no local.

Em relação à morte de Diomar, a polícia informou que o crime pode ter sido motivado por um suposto furto de animais, ocorrido dois dias antes do seu assassinato, no domingo (5).

No registro policial, constava que Diomar tinha um processo por apropriação de coisa achada. Já os homens que o mataram seriam integrantes de uma facção criminosa.

Já por volta de 0h dessa quarta (8), Casemilson Ramos Moreira foi morto com dois tiros: um no braço e outro no abdômen, no bairro da Camboa. Os moradores da comunidade foi quem prestaram socorro à vítima, que já chegou ao Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 1) sem vida.

TENTATIVA DE HOMICÍDIO

Por volta das 19h30 de terça, na Rua Princesa Antonieta, na Vila Kiola, Tiago de Jesus sofreu a tentativa de homicídio. A vítima, que tem registro criminal por consumo de drogas, teria sido atacado por dois homens não identificados, em uma motocicleta CB 300, de cor preta.

Tiago foi atingido com um tiro na cabeça, um no pescoço e dois nas costas. Populares o socorreram e o levaram para o Hospital Municipal Dr. Clementino Moura, o Socorrão 2. Seu estado de saúde era considerado grave.

Policiais do 13º Batalhão da Polícia Militar ainda fizeram rondas, no sentido de localizar os criminosos, mas não os encontraram.

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