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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Polícia prende suspeito de matar travesti dentro de uma quitinete em São Luís

A vítima foi morta com golpes de faca, e encontrada despida por vizinhos.

O corpo de Chaelene Monteiro foi achado dentro de uma quitinete (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil do Maranhão prendeu, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, 28, um indivíduo de 27 anos, identificado como Edmundo Silva Pereira, suspeito de ter assassinado a travesti Charlle Monteiro da Silva, conhecida Chaelene. O crime ocorreu no dia 22 de fevereiro deste ano, em uma quitinete no bairro Jardim das Margaridas, em São Luís. O caso é investigado pelo Departamento de Feminicídio da Superintendência de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP).

De acordo com as investigações, a vítima foi morta com golpes de faca, e encontrada despida por vizinhos que acionaram as autoridades policiais.

O investigado foi localizado e preso em uma localidade conhecida como Maresia, no município de Raposa, Região Metropolitana de São Luís. Ele foi levado à sede da SHPP para prestar mais esclarecimentos sobre o fato.

O CRIME

Edmundo Silva Pereira é o principal suspeito de assassinar uma travesti, no bairro Jardim das Margaridas, em São Luís. O corpo de Gabrielly Monteiro foi encontrado dentro da quitinete onde o homem morava, na manhã do dia 22 de março.

De acordo com a delegada Wanda Moura, titular do Departamento e responsável pela investigação do caso, a prisão do autor já havia sido solicitada. Ele estava foragido desde a época do crime.

Segundo a delegada, por meio de câmeras de segurança da área, a polícia conseguiu uma imagem da vítima indo para a quitinete no domingo (20). Gabrielly foi achada despida e já com o corpo em estado avançado de decomposição.

Além da vítima, os policiais encontraram uma faca suja de sangue e uma bolsa, mas sem nenhum documento. Ninguém no local a conhecia.

A polícia só conseguiu descobrir o nome dela na tarde do dia 25 de fevereiro, com a ajuda de fotos que circulavam nas redes sociais e que possibilitou entrar em contato com um familiar.

Ao Jornal Pequeno, a delegada informou que entre as linhas de investigação está uma possível dívida de droga que a vítima supostamente possuía e pode ter motivado o crime. “Vamos investigar também essa vertente”, pontuou.

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