Economia digital no Maranhão: o que os dados revelam sobre o mercado que mais cresce no estado

Veja como o investimento no digital tem transformado a percepção de empresas maranhenses aos olhos dos consumidores e mecanismos de pesquisa

Fonte: Assessoria

Há uma transformação silenciosa acontecendo na economia maranhense. Ela não aparece nas manchetes sobre obras de infraestrutura ou nos anúncios de novos empreendimentos industriais.

Mas está presente nos computadores e celulares de milhares de empresários, profissionais autônomos, lojas e prestadores de serviços que descobriram, nos últimos anos, que o mercado digital pode ser tão ou mais lucrativo do que o espaço físico.

O Brasil é hoje um dos maiores mercados digitais do mundo, e o Maranhão acompanha esse movimento com crescimento acelerado e, ao mesmo tempo, com características próprias que criam oportunidades únicas para quem entende a dinâmica local.

Compreender esse cenário é fundamental para empresários, gestores públicos e qualquer cidadão que queira entender para onde a economia do estado está caminhando.

O Brasil digital: números que impressionam

Para entender o que acontece no Maranhão, é preciso primeiro olhar para o panorama nacional.

Segundo levantamento da IAB Brasil em parceria com a Kantar IBOPE Media, o investimento em publicidade digital no Brasil somou R$ 37,9 bilhões em 2024.

Para se ter uma ideia da dimensão desse número, em 2020 o total era de R$ 23,7 bilhões. Em quatro anos, o mercado cresceu 60%.

Esse crescimento não aconteceu por acaso. O Brasil é um país de alta conectividade: mais de 150 milhões de pessoas acessam a internet diariamente, com o celular como principal dispositivo.

O mobile responde por 74% de todo o tráfego digital no país, o que transformou a forma como consumidores pesquisam, compram e decidem compras.

Para qualquer negócio, estar presente na internet deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de sobrevivência comercial.

A distribuição desse investimento entre os canais digitais também revela tendências importantes.

As redes sociais lideram com cerca de 53% da verba publicitária digital, seguidas pelos mecanismos de busca como o Google, com 28%, e pelos portais de notícias e conteúdo, com 19%.

Juntos, esses três canais movimentam dezenas de bilhões de reais por ano e definem quais marcas e empresas são vistas, lembradas e escolhidas pelos consumidores brasileiros.

O custo de existir online: como os preços mudaram

Se por um lado o mercado digital cresceu de forma expressiva, por outro, o custo de participar dele também aumentou consideravelmente.

Anunciar no Google, no Instagram e no Facebook ficou significativamente mais caro nos últimos anos, e esse fenômeno tem impacto direto em pequenas e médias empresas maranhenses que tentam competir por visibilidade na internet.

Dados da WordStream, referência global em pesquisas sobre plataformas de anúncio, mostram que o custo médio por clique (CPC) em campanhas pagas subiu 43% globalmente entre 2020 e 2025.

No Brasil, o impacto é ainda mais acentuado por conta da variação cambial, que encarece as plataformas estrangeiras como Google e Meta.

Em 2026, um novo fator veio agravar esse cenário: a Reforma Tributária brasileira introduziu impostos sobre publicidade digital que elevaram os custos de anúncio no Facebook e Instagram em aproximadamente 12,15%.

Combinado com a inflação natural dos leilões publicitários, que historicamente cresceu em torno de 18% ao ano entre 2021 e 2023, o resultado é que anunciar nas grandes plataformas ficou substancialmente mais caro em um período muito curto.

Para uma empresa maranhense de pequeno ou médio porte que depende exclusivamente de anúncios pagos para atrair clientes, esse cenário representa um desafio real.

O orçamento que gerava determinado volume de vendas há dois anos já não produz o mesmo resultado hoje, e a tendência é de piora progressiva.

Por que o SEO se tornou estratégico para empresas do Maranhão

Diante do encarecimento do tráfego pago, uma parcela crescente de empresas e profissionais de marketing no Brasil redescobriu o valor do posicionamento orgânico nos mecanismos de busca, o chamado SEO (Search Engine Optimization).

A lógica é simples e financeiramente atraente: enquanto cada clique pago custa mais a cada mês, o tráfego orgânico conquistado por meio de estratégias de SEO bem executadas não tem custo por visita e tende a crescer com o tempo.

No centro dessas estratégias está a construção de autoridade de domínio, que é a percepção que o Google tem sobre a relevância e confiabilidade de um determinado site.

Essa autoridade é construída, em grande parte, por meio de backlinks de qualidade brasileiros, que são links publicados em outros sites e portais apontando para o domínio que se deseja posicionar.

Quanto mais qualificados e provenientes de fontes confiáveis forem esses links, maior tende a ser o posicionamento do site nas buscas orgânicas.

Para entender a importância desse mecanismo, basta pensar no raciocínio que o Google usa para decidir quais sites exibir nos primeiros resultados de uma pesquisa.

Entre os muitos fatores considerados, os links de outros sites funcionam como votos de confiança: quando um portal reconhecido como O Imparcial, por exemplo, linka para uma empresa ou serviço, o Google interpreta isso como um sinal de que aquele destino é pertinente e merece ser recomendado aos usuários.

Esse princípio é a base de uma das estratégias de marketing digital mais eficazes disponíveis atualmente.

O Maranhão no mapa digital: onde estamos e para onde vamos

Comparado a estados do Sudeste, o Maranhão ainda está em fase inicial de maturidade no mercado digital. Isso tem dois lados.

O lado desafiador é que muitas empresas locais ainda não desenvolveram presença digital consistente, perdendo clientes para concorrentes de outros estados que aparecem nas buscas do Google quando um maranhense pesquisa por produtos ou serviços disponíveis localmente.

O lado positivo é que essa imaturidade cria janelas de oportunidade que já se fecharam em mercados mais competitivos.

Em São Paulo ou no Rio de Janeiro, conquistar as primeiras posições no Google para termos comerciais relevantes exige investimentos muito mais altos e anos de trabalho em SEO.

No Maranhão, por sua vez, o mesmo resultado pode ser alcançado com estratégias mais acessíveis, desde que executadas com consistência e qualidade.

Esse diferencial é particularmente atraente para setores como o varejo local, serviços profissionais como escritórios de advocacia, clínicas e consultórios, o setor imobiliário, escolas e cursos, e o comércio de nicho.

Qualquer empresa desses segmentos que investir hoje em presença digital orgânica estará vários passos à frente da concorrência quando o mercado local atingir o nível de maturidade digital já observado nas grandes capitais.

O papel dos portais de notícias na economia digital maranhense

Dentro desse ecossistema digital, os portais de jornalismo do Maranhão ocupam um papel que vai além da simples informação.

Veículos com décadas de história, indexação profunda nos mecanismos de busca e audiência fiel são ativos digitais de alta relevância, tanto do ponto de vista jornalístico quanto do ponto de vista da economia da atenção online.

O Imparcial, com quase 100 anos de história e mais de 6 milhões de acessos em suas plataformas, é um exemplo claro desse fenômeno.

Seu domínio acumulou ao longo dos anos uma autoridade de busca que poucos sites maranhenses possuem.

Para empresas que buscam ser encontradas por um público local e regional, uma presença editorial nesse tipo de veículo tem impacto mensurável no posicionamento orgânico e na percepção de credibilidade da marca.

Esse modelo, em que empresas investem em publicações editoriais em portais de alta autoridade como parte de suas estratégias de marketing digital, já está consolidado nos grandes centros e ganha tração crescente no mercado maranhense.

A diferença em relação à publicidade tradicional é que o impacto desse tipo de publicação é duradouro: enquanto um anúncio pago desaparece quando o orçamento acaba, uma publicação editorial bem posicionada continua gerando tráfego e autoridade por meses ou anos.

Oportunidades para o empresário maranhense em 2026

O ano de 2026 apresenta um conjunto de fatores que tornam o momento especialmente oportuno para empresas maranhenses que ainda não investiram de forma estratégica em presença digital.

O aumento dos custos de tráfego pago, o crescimento contínuo do número de brasileiros conectados e a janela de competitividade ainda existente no mercado local formam um cenário favorável para quem planeja agir com planejamento.

Para empresas que desejam construir visibilidade orgânica de forma acelerada e sustentável, a estratégia de link building em portais regionais e nacionais de qualidade representa um dos caminhos mais eficientes disponíveis atualmente.

A publicação de conteúdo editorial de altíssima qualidade em veículos com autoridade de domínio consolidada gera dois benefícios simultâneos:

  • Exposição direta para a audiência do portal.
  • Melhora progressiva no posicionamento orgânico do site da empresa nos mecanismos de busca.

Para profissionais e empresas do setor de marketing digital que desejam escalar essa estratégia com agilidade, a alternativa de comprar backlinks brasileiros em portais selecionados por autoridade e relevância representa um atalho estratégico que combina qualidade editorial com resultado mensurável em SEO.

Diferentemente de práticas de link building de baixa qualidade, que podem prejudicar o posicionamento de um site, a aquisição de links em portais jornalísticos legítimos é reconhecida como uma das estratégias mais seguras e eficazes do mercado.

Conclusão: o digital como vetor de desenvolvimento econômico

A economia digital não é mais um setor separado da economia real.

Ela é parte integrante do crescimento de qualquer negócio, seja uma loja de bairro que quer ser encontrada no Google Maps, uma empresa de serviços que busca clientes por meio de buscas orgânicas, ou uma indústria que precisa de presença nacional para competir além das fronteiras maranhenses.

O Maranhão tem hoje uma combinação rara: um mercado em crescimento acelerado, custos de competição digital ainda acessíveis em comparação com os grandes centros, e uma base de portais de jornalismo com autoridade construída ao longo de décadas.

Para empresas que entenderem esse cenário e agirem com estratégia, os próximos anos podem representar uma vantagem competitiva difícil de reverter para quem ficar parado.

A pergunta não é mais se vale investir no digital. A pergunta é quanto custa não investir.

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