
SÃO LUÍS – A tuberculose segue como um importante desafio de saúde pública no Brasil, apesar de ser prevenível e tratável. A doença, que afeta principalmente os pulmões, também pode atingir outros órgãos e exige diagnóstico precoce para interromper a transmissão.
Segundo o pneumologista João Batista Carlos de Sá Filho, do HU-UFMA, reconhecer os sintomas — como tosse persistente, febre, perda de peso e suor noturno — é essencial para garantir o tratamento adequado e a cura. A transmissão ocorre pelo ar, a partir de pessoas infectadas sem tratamento.
Dados do Ministério da Saúde apontam alta incidência da doença no país, especialmente entre populações em situação de vulnerabilidade. O tratamento, oferecido gratuitamente pelo SUS, dura no mínimo seis meses, mas ainda enfrenta desafios como adesão e estigma.
Além da forma pulmonar, a tuberculose pode se manifestar em outros órgãos, exigindo atenção redobrada, principalmente em pessoas com baixa imunidade.