
O Porto do Itaqui participou da Agrobalsas 2026, maior feira do agronegócio do sul do Maranhão, reafirmando seu papel de parceiro estratégico dos produtores da região. A presença do porto no evento é mais do que protocolar: é o encontro entre quem produz e quem escoa, do cerrado maranhense ao mercado internacional.
Em 2025, o Porto do Itaqui registrou o melhor desempenho de sua história no segmento de grãos, com 16,03 milhões de toneladas de soja movimentadas, um salto de 17% em relação ao ano anterior. Grande parte desse volume tem origem direta na região de Balsas, que sozinha exportou 3,98 milhões de toneladas de soja e 448 mil toneladas de milho pelo terminal maranhense. O sul do estado responde por 75% de toda a produção agrícola maranhense, e praticamente 100% do excedente exportável da região percorre o corredor norte com destino ao Itaqui.
O porto também bateu recorde na importação de fertilizantes: 4,6 milhões de toneladas recebidas em 2025, das quais 3,8 milhões foram destinadas a municípios produtores do interior do estado. É o chamado “frete de retorno”, os mesmos trilhos que levam a soja ao litoral trazem de volta os insumos que viabilizam a próxima safra.
A presidente do Porto do Itaqui, Oquerlina Costa, destacou que os recordes alcançados em 2025 refletem o fortalecimento do agronegócio maranhense e os investimentos realizados para impulsionar o setor no estado. “Balsas é uma terra que produz com coragem e visão. Em 2025, o Porto do Itaqui movimentou 16,03 milhões de toneladas de soja. Esse resultado é fruto do fortalecimento das políticas públicas implementadas pelo governador Carlos Brandão para desenvolver o setor do agronegócio maranhense, ampliar a competitividade logística e estimular a produção no estado. É a soja que nasce aqui no sul do Maranhão, percorre centenas de quilômetros e chega ao mundo através do nosso Porto” , afirmou.
A Agrobalsas 2026 é a oportunidade de o porto estreitar o diálogo com produtores rurais, cooperativas, tradings e associações do MATOPIBA, consolidando a parceria que transforma a força do cerrado maranhense em presença global