
Ainda custa acreditar que aquele amigo sempre alegre, sorridente, agradável e dono de um extraordinário bom humor nos deixou de forma tão repentina, no último dia 31 de julho. Éramos colegas de turma e aguardávamos com grande alegria a celebração dos nossos 50 anos de formatura. Na missa comemorativa, sua ausência foi sentida por todos nós. Eu, Jomar Moraes, Vinícius Martins, Antônio João Rabelo, Elizabete Gasparin, Graça Gonçalves, Matias e tantos outros colegas imaginávamos que algum compromisso o tivesse impedido de comparecer. Jamais poderíamos imaginar que, poucos dias depois, receberíamos a dolorosa notícia de sua partida.
Jorginho foi um grande colega, um amigo querido, daqueles que conquistavam as pessoas pela simplicidade, pela gentileza e pela alegria de viver. Gostava de pescar, de caçar, de reunir os amigos e de compartilhar momentos inesquecíveis. Era impossível não se sentir bem em sua companhia. Seu sorriso fácil e seu bom humor eram marcas de sua personalidade e permanecerão para sempre em nossa memória.
Além da amizade construída ao longo da vida, guardo uma lembrança muito especial da nossa convivência: fui vizinho de seus avós paternos, o que tornou nossos laços ainda mais próximos. Sempre tive por ele um carinho sincero, e sei que esse sentimento era recíproco. Sua amizade foi um verdadeiro presente para mim.
Ao longo de sua trajetória, prestou relevantes serviços ao Maranhão, atuando como diretor da Penitenciária e como advogado da CEMAR, exercendo suas funções com competência, seriedade e dedicação. Filho do ex-governador do Maranhão, Alfredo Salim Duailibe, honrou o nome de sua família com sua retidão, sua cordialidade e seu espírito generoso.
Sua partida representa uma perda irreparável e imensurável para todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Para nós, colegas de uma vida inteira, fica uma saudade imensa e a certeza de que convivemos com um homem de caráter, de coração generoso e de alegria contagiante.
Que Deus, em Sua infinita misericórdia, acolha o querido Jorginho em Sua paz e conceda consolo à sua família, especialmente neste momento de profunda dor.
Descanse em paz, querido Jorginho. Nós, seus colegas e amigos, guardaremos para sempre as lembranças de sua amizade, de sua alegria e dos momentos felizes que compartilhamos ao longo de cinquenta anos de convivência. Seu sorriso continuará vivo em nossos corações, e sua ausência jamais será esquecida.