Praça da Faustina, em São Luís, passa por obras de manutenção e reforma

Com investimento de mais de R$ 210 mil, a obra contemplou a conservação do traçado existente e materiais já empregados.

Fonte: Redação / Assessoria

A obra de manutenção e reforma da Praça da Faustina, localizada na Rua do Giz, no Centro Histórico de São Luís, foi entregue pelo prefeito Eduardo Braide. Para celebrar o momento, um grupo de tambor de crioula se apresentou no local.

Com investimento de mais de R$ 210 mil, a obra contemplou a conservação do traçado existente e materiais já empregados, conforme a gestão municipal. O piso foi substituído e alguns bancos foram colocados para aproveitar a sombra das árvores existentes.

Foram feitas manutenções nas lixeiras e na iluminação, além da implantação de novo paisagismo, ressaltou a Prefeitra. Também foram executados serviços de pintura das paredes e demais elementos, assim como a reforma da capela, substituindo seu telhado, bancada e revestimento interno.

A capela recebeu, ainda, nova iluminação, grade de proteção e o portão foi substituído por uma porta em madeira. Sobre a capela foi inserido um “Registo Devocional” em azulejo – forma de decoração com simbologia religiosa, surgido em Portugal durante o séc. XVIII, com fins de proteção de catástrofes e males diversos.

Praça

Localizada em uma das áreas de maior movimento turístico da capital, a Praça da Faustina foi erguida em 1986 como parte do Programa de Preservação e Revitalização do Centro Histórico, popularmente conhecido como Projeto Reviver, denominada naquela época, de Praça da Seresta, pois ali era palco de artistas e poetas.

De lá para cá, continuou sendo palco para artistas, poetas e grupos de tambor de crioula, reforçando sua representatividade histórica e cultural para a cidade e, consequentemente, a necessidade de conservação do espaço. Antes da construção do logradouro, o local foi utilizado, entre outras coisas, como estacionamento de repartições públicas próximas e oficina mecânica improvisada.

O nome Praça da Faustina veio posteriormente pela proximidade de um estabelecimento comercial de dona Faustina, ao lado da praça. Hoje, muitos intitulam como Praça do Tambor de Crioula, por ser frequentemente utilizado pelas rodas de tambor. A atividade, constante, passou a dar significado ao espaço, que abriga uma capela dedicada a São Benedito, tido como o protetor dos negros.

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