Tiroteio entre policiais durante réveillon na Litorânea deixa um morto e outro em estado grave

Crime ocorreu em frente ao palco principal do evento, e será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Redação

PM Maykon da Silva, de 37 anos, morreu ainda no local (Foto: Divulgação)

Um confronto envolvendo dois policiais militares resultou na morte de um agente e deixou outro gravemente ferido na madrugada desta quinta-feira (1º), na Avenida Litorânea, no bairro Calhau, em São Luís. A ocorrência foi registrada por volta das 3h32, em frente ao palco principal de um evento de réveillon, nas proximidades do Camarote Ilha.

Segundo informações do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), equipes da Polícia Militar foram acionadas após denúncias de um homicídio no local. Ao chegarem, as guarnições constataram que dois policiais militares, que estariam deixando o evento, se envolveram em um desentendimento que terminou em confronto armado.

Os envolvidos foram identificados como Maykon da Silva, de 37 anos, lotado no 21º Batalhão da Polícia Militar, e Patrick Rhayan Machado Assunção, de 35 anos, integrante do 6º BPM. Patrick foi atingido por três disparos na região do abdômen e socorrido com vida. Já Maykon foi alvejado e morreu ainda no local. A dinâmica dos fatos, incluindo a sequência dos disparos, será apurada no decorrer da investigação.

O policial ferido foi encaminhado inicialmente ao Hospital do Servidor, com previsão de transferência para o Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I. De acordo com informações preliminares, o estado de saúde dele é considerado grave. Patrick ingressou na Polícia Militar em 2025 e estaria afastado por atestado médico.

A esposa do policial que morreu estava no local no momento do ocorrido. Maykon da Silva integrava a corporação desde 2016 e teve o óbito confirmado ainda em frente ao palco principal do evento.

A área foi isolada para o trabalho da perícia, com acionamento do Instituto de Criminalística (Icrim) e do Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos legais. O caso foi encaminhado à Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa, responsável pela investigação.

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