
O novo salário mínimo de R$ 1.621 começou a valer nesta segunda-feira (2) em todo o país. O valor é R$ 103 maior que o piso anterior (R$ 1.518) e representa reajuste de 6,79%, acima da inflação do último ano.
O cálculo considera a reposição pelo INPC e o crescimento do PIB de dois anos antes, com limite de 2,5% para o ganho real, conforme o arcabouço fiscal. A proposta inicial discutida no Congresso era de R$ 1.631, mas o valor final ficou em R$ 1.621.
Com o novo piso, a diária corresponde a R$ 54,04 e a hora trabalhada a R$ 7,37, em jornada de oito horas.
O reajuste também atualiza benefícios do INSS no valor do mínimo, além de influenciar pagamentos do PIS/Pasep e do seguro-desemprego. Benefícios acima do piso terão correção de 3,9%, respeitando o teto previdenciário.