Páscoa é celebrada com ações terapêuticas e acolhimento na UAA

Atividades promoveram integração, cuidado emocional e fortalecimento de vínculos entre acolhidos em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Redação

Unidade de Acolhimento promoveu uma celebração de Páscoa (Foto: Divulgação)

A celebração da Páscoa realizada nesta quarta-feira (1º) na Unidade de Acolhimento Adulto, equipamento estadual gerenciado pelo Instituto Vida e Saúde (INVISA), foi marcada por momentos de reflexão, cuidado e fortalecimento de vínculos entre os acolhidos.

A unidade funciona como um serviço residencial transitório voltado a adultos com sofrimento mental moderado, grave e persistente, decorrente do uso problemático de álcool e outras drogas, especialmente aqueles que não contam com suporte familiar e se encontram em situação de vulnerabilidade social.

Mais do que uma comemoração simbólica, a programação buscou reforçar o significado da Páscoa como um período de renovação, esperança e recomeços. Ao longo do dia, foram realizadas atividades terapêuticas e de integração, com foco na valorização pessoal e na reconstrução de trajetórias de vida.

A celebração contou com a participação de convidados, como o pastor Fernando, responsável por um momento de bênção, e o barbeiro Kaio, que ofereceu cortes de cabelo aos acolhidos. A programação incluiu ainda apresentações do coral formado pelos próprios residentes, dinâmicas em grupo, bingo e um lanche coletivo.

Um dos momentos mais significativos foi a oficina terapêutica conduzida pela equipe de terapia ocupacional, na qual os participantes confeccionaram seus próprios ovos de Páscoa. A atividade estimulou a criatividade, o senso de pertencimento e o cuidado coletivo.

A troca dos ovos simbolizou mais do que um gesto simbólico, representando acolhimento, respeito e a construção de novos caminhos. Cada item produzido refletiu dedicação e esperança, reforçando o propósito da unidade em promover a humanização do cuidado e incentivar a superação.

Para a diretora da unidade, Daiane Costa, “iniciativas como essa fortalecem o processo de reabilitação e mostram que, mesmo em contextos desafiadores, é possível ressignificar histórias e acreditar em novos começos”, friou.

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