Investigação sobre morte de maranhense na Itália mobiliza família e autoridades brasileiras

Mulher de 51 anos foi encontrada morta dentro de casa no norte do país europeu.

Fonte: Redação
Morte de Maria da Conceição Serra Santos está sendo investigada como um possível homicídio (Foto: Reprodução)

A morte da maranhense Maria da Conceição Serra Santos, de 51 anos, está sendo investigada pelas autoridades italianas como um possível homicídio. A mulher foi encontrada sem vida dentro da residência onde morava, na cidade de Brezzo di Bedero, localizada na região norte da Itália.

Maria da Conceição era natural do Maranhão e vivia há mais de 20 anos no país europeu, onde trabalhava como cuidadora de idosos. Ela residia com o filho, de 22 anos, que encontrou o corpo ao chegar em casa.

As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas. Segundo informações repassadas à família, a polícia italiana trabalha com a hipótese de crime e aguarda os resultados dos exames periciais para avançar na investigação.

Perícia busca esclarecer o caso

Após a descoberta do corpo, o imóvel foi isolado para o trabalho da perícia. Os investigadores recolheram amostras biológicas, vestígios de sangue, material genético e objetos pessoais que poderão auxiliar na identificação do autor e da dinâmica do crime.

Imagens de câmeras de segurança instaladas no condomínio também estão sendo analisadas para verificar a movimentação de pessoas na área antes da morte da brasileira.

A Justiça italiana determinou a realização de autópsia, considerada peça-chave para definir as circunstâncias do óbito.

Família pede ajuda para repatriar o corpo

Enquanto acompanha o andamento das investigações, a família enfrenta dificuldades para trazer o corpo de Maria da Conceição de volta ao Maranhão.

O irmão da vítima, Nilson Santos, informou que pretende viajar a São Luís para resolver questões documentais e buscar apoio para viabilizar o translado internacional.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele fez um apelo por ajuda financeira e apoio das autoridades brasileiras.

Segundo Nilson, os custos para repatriar o corpo são elevados e estão além das condições financeiras da família.

O caso também está sendo acompanhado pelo Consulado-Geral do Brasil na Itália, que presta assistência aos familiares e acompanha os desdobramentos da investigação.

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