Casal investigado por golpes na venda de motocicletas em Arari é preso na capital

Os investigados foram localizados durante uma ação integrada do Centro de Inteligência da Segurança Pública (Cisp/SSP).

Fonte: Redação

Casal aplicava golpe com uso de página na rede social Instagram (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil do Maranhão cumpriu, na última sexta-feira (31), mandados de prisão preventiva contra um casal investigado pela prática reiterada do crime de estelionato, por meio de falsas negociações envolvendo a venda e o suposto financiamento de motocicletas.

Os investigados foram localizados e presos em São Luís durante uma ação integrada do Centro de Inteligência da Segurança Pública (Cisp/SSP), com apoio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), em cumprimento às ordens judiciais expedidas no curso das investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil de Arari.

De acordo com as investigações, o casal utilizava a página denominada “Facilita Motos”, na rede social Instagram, para anunciar motocicletas e atrair possíveis compradores. Após o primeiro contato, as negociações eram transferidas para o WhatsApp, onde as vítimas recebiam propostas de financiamento e eram induzidas a realizar o pagamento de valores referentes à entrada dos veículos, por meio de transferências via Pix.

Após a confirmação do pagamento, os veículos não eram entregues e os valores pagos também não eram restituídos, caracterizando o golpe aplicado pelos investigados.

O delegado Henrique Tanaka, chefe da Delegacia de Arari, solicita que outras pessoas que tenham realizado negociações com o casal ou com a página “Facilita Motos” compareçam à unidade policial para registrar ocorrência e contribuir com as investigações. A divulgação da imagem dos investigados tem finalidade exclusivamente investigativa, visando possibilitar a identificação de novas vítimas e o fortalecimento das apurações.

O delegado também orienta a população a adotar medidas de prevenção contra golpes virtuais, desconfiando de ofertas com preços muito abaixo do mercado, verificando a procedência da empresa ou vendedor e evitando realizar transferências bancárias antes de confirmar a autenticidade e a regularidade da negociação.

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