
A Unidade de Acolhimento Adulto (UAA) realizou, na manhã desta quarta-feira (19), uma ação de conscientização sobre a violência contra a mulher. A atividade integrou a programação do Agosto Lilás, campanha voltada à prevenção e ao enfrentamento desse tipo de crime.
O encontro teve como convidada a assistente social Madalena Barbosa, supervisora de Assistência Biopsicossocial aos servidores da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Maranhão (Seap-MA).

Durante a palestra, foram abordados temas relacionados à identificação da violência, à necessidade de denunciar agressões e à importância de oferecer acolhimento adequado às mulheres que enfrentam situações de abuso.
A atividade reuniu pessoas atendidas pela unidade e funcionários, abrindo espaço para conversas e reflexões sobre relações baseadas no respeito, na segurança e na valorização da vida.
Para a diretora da UAA, Daiane de Oliveira Costa, ampliar o acesso à informação ajuda a romper o silêncio que frequentemente acompanha os casos de violência. Ela destacou que o enfrentamento também passa pelo cuidado, pela dignidade e pela proteção dos direitos das vítimas.
“Esse encontro representou um compromisso com a informação, a proteção e a construção de uma sociedade onde nenhuma mulher tenha seus direitos violados. Agradecemos à Dra. Madalena Barbosa pela disponibilidade e por contribuir conosco nessa importante mobilização. Falar sobre violência contra a mulher é também falar sobre cuidado, dignidade, respeito e, principalmente, sobre a importância de não silenciar”, disse Daiane Costa.

A supervisora administrativa Renata Frota reforçou que a discussão precisa alcançar outros espaços além da unidade. Segundo ela, a campanha chama a atenção para uma mensagem fundamental: amor não combina com violência e nenhuma pessoa deve permanecer em uma relação na qual sua dignidade seja ferida.
“Mais do que falar sobre violência, o Agosto Lilás nos convida a fazer uma reflexão que ultrapasse os muros da UAA e nos ajuda a reconhecer que amor não combina com violência. Respeito não deve ser negociado e nenhuma pessoa precisa permanecer em um lugar onde sua dignidade é ferida”, frisou Renata Frota.
Gerenciada pelo Instituto Vida e Saúde (Invisa), a Unidade de Acolhimento encerrou a programação com um momento de convivência entre os participantes.